31 de julho de 2008

Deixa-me rir!

Deixa-me rir... Essa história não é tua. Falas da festa, do sol e do prazer, mas nunca aceitaste o convite. Tens medo de te dar e não é teu o que queres vender...


Deixa-me rir.... Tu nunca lambeste uma lágrima. Desconheces os cambiantes do seu sabor. Nunca seguiste a sua pista do regaço à nascente. Não me venhas falar de amor!!!!


Deixa-me rir!!!!!!! Tu nunca auscultaste esse engenho, de que falas com tanto apreço. Esse curioso alambique, onde são destilados noite e dia o choro e o riso!


Deixa-me rir... Ou entao deixa-me entrar em ti, ser o teu mestre só por um instante, iluminar o teu refúgio, aquecer-te essas mãos, rasgar-te a máscara sufocante........


Deixa-me rir!!!

Mas se eu fosse crítico de arte, havia de...

29 de julho de 2008

Eu vi um sapo...

Eu hoje vi um sapo.

Não tinha guardanapo nem estava a papar um bom jantar. Era um sapo.

Estava a conduzir e vi uma coisa asquerosa e nojenta no meio da estrada a pular de um lado para o outro.

Neste momento, veio-me à ideia a história do príncipe encantado. Deveria ter parado ali o carro, agarrado no sapo e ter posto à prova a teoria do sapo que vira príncipe?


Perceberam pela forma como me referi ao sapo que não seria de todo algo fácil para mim. E é claro que percebo que a história não passa de uma metáfora. Que os homens são basicamente asquerosos e nojentos :) e que precisam de ser domesticados. Mas gostava de ter a coragem de um dia beijar mesmo um sapo. E não vale dizerem que já beijei alguns! Bem... se calhar sim, mas nunca me caiu um príncipe no colo. Depois de beijados, continuam sapos. Como aquele que eu quase atropelei hoje...


Mudando de assunto, e não mudando ao mesmo tempo, cada semana que passa gosto mais de ver os Contemporâneos. E não, continuo a não achar muita piada ao Bruno Nogueira. Eu sei que o programa era suposto ser uma vitrine para ele, mas eu dele nunca gostei muito e ainda não vi ali nada que me convencesse.

Por que continuo a ver o programa se não curto o Bruno Nogueira? Pelos textos? Também. Mas principalmente pelo Nuno Lopes. Adoro! Desde os tempos do "Tchanan!". Passando pelo cinema, numa onda dramática, e até mesmo na novela brasileira. Sempre houve qualquer coisa que me cativou nele.



Toda a gente repete o "por que é que não vais trabalhar" que ele representa magistralmente, mas eu adorei o sketch d'"O costume". Desculpem, mas reparem bem como este homem se mexe. Já tinha adorado vê-lo como Buraka Obama, mas Domingo, a dançar o "Daddy Cool", ui! Super sensual, e agressivo e tudo! Lindo! A prova que um homem pode dançar esta música sem parecer gay! Aqui está um sapo por quem eu parava o carro.... :)






26 de julho de 2008

Dia dos Avós

Isto dos dias dos avós é uma invenção moderna, fruto de uma civilização que quer esquecer que tem passado. Não preciso que haja um dia dos avós para me lembrar da minha avó, para a visitar, para lhe dar amor. Mas aproveito para prestar homenagem aos meus outros avós. O que não conheci (pai do meu pai, Armando Francisco) e os que nos deixaram em 1982, o pai da minha mãe (José Toscano, em Janeiro) e a mãe do meu pai (Maria da Luz, em Setembro). Há-de ter sido um ano difícil, com a partida de duas pessoas tão queridas, mas eis que a família Toscano-Francisco foi brindada, neste mesmo ano, com a chegada do seu benjamim (Novembro), o meu irmão, Vasco.
Esses avós só os conheço das histórias, mas são meus.

(Avós Armando Francisco e Maria da Luz - pais do meu pai)




(Avô Toscano e avó Nazaré, pais da minha mãe. A pequenita sou eu!!)



28 ANOS DEPOIS...

(Avó Nazaré na Passagem de Ano 2007/2008)


Devo à minha avó uma infância cheia de ficções. Das histórias da velha e da cabaça, às histórias de vida da minha tia Maria Otília, falecida aos vinte e poucos anos, era a minha mãe uma criança. O primeiro grande desgosto na vida da minha avózita. Mas tantas eram as histórias, tão vívidas, com tantos pormenores, que parece que conheço essa pessoa que partiu décadas antes de eu ter nascido.

Lembro hoje os que já partiram, mas foco a minha atenção em quem por cá anda. Doente, é facto, mas com o mesmo espírito, o mesmo humor quase negro, o mesmo feitio, a mesma gana, a mesma força de viver. Uma vida cheia de momentos bons e maus. Viveu sempre muito à frente da sua época e superou tudo. Uma vida cheia, com segredos que vai levar consigo. Não é segredo para ninguém o que ela significa para mim. Gostava de ter metade da fúria de viver que ela tem ainda hoje. Um exemplo, sempre.

25 de julho de 2008

Música do dia

Não, não sou eu quem está mal. Surgiram dúvidas depois do post de ontem, mas quem está mal é mesmo a minha avó. Para quem me conhece, é fácil entender o que se passa. Quando à minha volta alguém está mal, eu estou mal. Não há nada a fazer. É defeito de fabrico.
Não vou numa de Segredos, mas acho que a força de vontade pode mover montanhas.
Hoje continuo numa de mandar a depressão passear. Desculpa lá depressão, mas hoje vou servir outro deus. A música do dia, como a de ontem, uma das que eu gosto muito e que me põem pra cima! Anarchy in the UK, Sex Pistols. Enjoy.


24 de julho de 2008

Não me rendo!



Hoje é para partir a louça toda! Não quero estar deprimida! Vou dar um pontapé à depressão e lutar com todas as minhas forças! Ainda não vai ser desta! Eu tenho fé. Ainda não vai ser desta! A sra. da foice que se ponha a pau! Não me vou render, não vou baixar os braços. Não vai ser desta!

23 de julho de 2008

Eu!

(http://bighugelabs.com/flickr/mosaic.php)


O desafio foi lançado por uma Bobita e eu, curiosa, aceitei-o! Uma foto que nos caracteriza mais que aquelas que tiramos à nossa cara, ou ao nosso corpo, ou aos sítios onde vamos. Uma foto que é feita de retalhos de nós. Uma bebida, uma comida, um animal (com P explosivo), uma planta, uma viagem, um som, um cheiro :), um sabor (a liberdade!), um passatempo, uma cor, uma mania, um sonho (euforia). Bocadinhos de mim. Um raio-x de Ianita, para a posteridade...

22 de julho de 2008

;)

Next Life - Woody Allen


"In my next life I want to live my life backwards.You start out dead and get that out of the way. Then you wake up in an old people's home feeling better every day. You get kicked out for being too healthy, go collect your pension, and then when you start work, you get a gold watch and a party on your first day. You work for 40 years until you're young enough to enjoy your retirement. You party, drink alcohol, and are generally promiscuous, then you are ready for highschool. You then go to primary school, you become a kid, you play. You have no responsabilities, you become a baby until you are born. And then you spend your last 9 months floating in luxurious spa-like conditions with central heating and room service on tap, larger quarters every day and then Voila! You finish off as an orgasm!

I rest my case".

The time of our lifes, ou não...





Devemos tentar sempre ter o dito "time of our lifes", sempre. Nem sempre é fácil. Aliás... é sempre difícil. Porque não conseguimos não pensar nas consequências... Ai! "ser inconsciente e ter a consciência disso!"... Diz o ditado que tudo vale a pena quando a alma não é pequena... eu digo que tudo vale a pena, se for para alcançar o expoente máximo. A vida não vale a pena se não for para esmifrarmos dela tudo, chupar todo o tutano, tudo o que ela tem para nos dar. Entrar na vida de pés juntos, sem medo do amanhã... Diria a minha querida avó, "porta-te mal, porque portar bem não tem piada nenhuma!!"




Euforia, procurem euforia. Fica, "Good riddance (Time of your life)".





18 de julho de 2008

Ai o arrepio!



Passei o Verão passado a ouvir e a voltar a ouvir e a ouvir outra vez... Entretanto esqueci-me dela. Hoje passou na Antena 3... ADORO! É daquelas que faz levantar todos os pelinhos dos meus braços.............

16 de julho de 2008

Era um pires de Minuins!

Eu só não sei como é que ainda me surpreendo com estas monstruosidades. Ainda outro dia, estava a passar para formato digital um caderno de encargos emitido por uma Câmara Municipal deste nosso Portugal, e até me estava a dar um ataque com a quantidade de erros que aquilo tinha. É que não vos passa. E é um documento oficial de uma Câmara Municipal! Mas o Português é uma disciplina cada vez menor, os papás acham que não se tem de aprender mais que seja a ler e escrever mais ou menos... É o país que temos.

Hoje mandaram-me um mail com algumas delícias linguísticas, só superadas pelo mítico "We sell understands". Aqui partilho as minhas preferidas. Temos de rir para não chorar.

15 de julho de 2008

Vamos ginasticar!

Esta frase remete imediatamente para a Rua Sésamo e para a minha personagem preferida, o Gualter. O mesmo que canta aquela música mítica das profissões, e que quem me conhece já ma ouviu quinhentas mil vezes.

Eu podia ser bombeiro, mas... quem é que martelava? Quem é que martelava? Alguém tem de martelaaaaarrrrrr!!!!! (and so on). Lindo, não é? Ainda por cima é super herói como eu! ihihih!

Aproveitando o Verão, quando os espíritos estão mais abertos, as pessoas mais animadas, mais divertidas, mais sorridentes, é tempo de aderir ao apelo do meu Gualter.

Vamos ginasticar?



14 de julho de 2008

Castelos na areia

Para quem não tem férias é assim. Temos de aproveitar o fim-de-semana para distrair as ideias.


No Sábado levei a família Rei Pinto a visitar aqui os pontos turísticos. Não fomos a castelos, nem a museus, muito menos a mosteiros. A Maggy é muito pequenina. Fomos ver as vistas.


1ª paragem: Nazaré



2ª paragem: S. Martinho do Porto


Entretanto, depois de um belo almoço de Arroz de Tamboril, servido no Restaurante Alberto, fomos um bocadinho até à Polvoeira. Estava muito vento, mas a Maggy gostou e até andou ao meu colinho. Mas a areia não era boa para castelos e demais construções...


A noite foi feita de arraial na Pocariça. O jantar demorou, mas soube muito bem. Melhor só mesmo a filhós com o café da Avó.


Domingo... O Tojó queria ir ao Salgado. Mas, embora seja de facto uma praia muito bonita, não é lá muito boa para dar mergulhos, nem sequer para molhar os pés...



Eu sei que a foto engana, mas com o vento que tem estado, acreditem, isto não está nada fácil. Bandeira Verde só mesmo em S. Martinho e então no Salgado... upa upa! Vermelhinha!


Fomos então às Paredes (de Vitória), onde havia Bandeira Amarela, mas havia o rio onde os mais pequenos podiam brincar e, na maré baixa, eu até fui ao mar a banhos e dei uns valentes mergulhos (e fui arrastada por uma onda que quase me levava o Bikini!). Mas deu, e muito bem, para castelos na areia que a Maggie prontamente destruia. Foi muito, muito, muito, mas mesmo muito bom!

À noite lá fomos repetir a dose às grandiosas festas da Pocariça, onde jantámos ao som dos grandes e míticos Análise (os do "there's no ban").
Foi um dia em altas, que terminou comigo a levar abada no sobe e desce (a terminar com mais pontos do que os que com que comecei...).
Pena hoje já ter de trabalhar. Pena eles amanhã já irem embora. Por incrível que pareça, gostei de ver os meus castelos de areia destruídos. Eles servem para isso mesmo, para irem com as águas ou com a fúria destruidora de uma qualquer criança. Faz-me pensar nos outros castelos, não de areia, mas de sonhos, construídos no ar, feitos de ilusões vãs, de esperanças infundadas... esses tenho de ser eu a levá-los. A deixá-los ir na maré. Mas custa, não é fácil.


11 de julho de 2008

GRRRR!!!!

Nenhum pássaro me cagou em cima, mas aconteceu-me um desastre tal que tou que nem posso. O meu patrãozinho acha que eu não tenho nada para fazer. Acha que passo o dia inteiro sem fazer nenhum. Uma colega foi-se queixar que estava sobrecarregada e eis que a Ianita tem mais umas coisas para fazer. Um trabalho que a minha colega tem deixado acumular e que, portanto, está atrasado. E diz-me ele: "A Ana põe isso em ordem, talvez depois das seis, quando o telefone pára. Em mais uma horinha ou duas, até às 7 ou às 8".

Eu já fico todos os dias até às 7 ou às 8!! HELLLOOOOOO!!!

Anteontem também me disse a eng.ª que íamos ter de fazer serões para pôr aqui umas situações em ordem.

Portanto, serve o presente post para me despedir de todas as pessoas de quem eu gosto, amigos e família, porque, ao que parece, vou ficar acorrentada ao GM todos os dias pelo menos até à meia-noite! Nada de jantar em família, nada de ir beber um copo com os amigos. Acho que entretanto vão-me arranjar aqui um colchão para eu dormir cá e não ter de perder tempo a ir pra casa! E não, nada de aumentos!

10 de julho de 2008

7 de julho de 2008

Moishe Zakharovich Shagalov

Bielorusso, nascido em 7 de Julho de 1887. Se calhar nunca tinham ouvido falar neste senhor... Mas vejam lá se conhecem isto:



Noivos voadores


Adão e Eva


Aniversário



O violinista




Estes são alguns dos meus quadros preferidos deste génio da pintura e das artes em geral e que marcou definitivamente o século XX. Artista polifacético, cultiva, além da pintura, a cenografia, os vitrais, os mosaicos, etc. O seu mundo pictórico desliga-se em certo modo das vanguardas e é profundamente pessoal; contém elementos cubistas e surrealistas, assim como símbolos judaicos e russos. A variedade cromática, um aparente infantilismo e a facilidade decorativa repetem-se incessantemente na sua pintura no decurso da sua longa vida.
A pintura é lírica e onírica e é precisamente por isso que gosto tanto. Porque voamos com aqueles noivos e ouvimos o som daquele violino. São imagens que nos elevam, que nos carregam e nos fazem sonhar.

Moishe Zakharovich Shagalov é Marc Chagal. Parabéns!

4 de julho de 2008

Saudades...

Tenho muitas saudades. Sempre. Todos os dias.

Já aqui falei da minha relação com Coimbra e a essa propósito disse que tem saudades quem foi feliz. E é verdade. Só temos saudades dos tempos em que fomos felizes...

Agora que a família Rei Pinto me vem fazer uma visita, vêm-me à memória os dias que eu passava na praia. Em Monte Gordo. Todo o dia na praia, porque na altura não havia cancros e nem as crianças eram roubadas. Lá andávamos eu e o meu irmão na brincadeira o dia todo. Claro que havia momentos de pancadaria, mas também muitas horas passadas a apanhar conquilhas, a jogar raquetes, a jogar futebol, a fazer diques para que a água não chegasse às toalhas, a nadar, a fazer piscinas e castelos de areia e, e, e, e... ainda hoje me emociono ao ver crianças a brincar naqueles areais de maré vazia e apetece-me ir brincar com eles... mas nunca vou, porque era logo atacada pelos pais que pensariam que eu estava era a tentar roubar-lhes o filho. Mas pra semana eu vou fazer castelos na areia e jogar à bola e fazer piscinas e diques e, e, e...
Vai ser muito divertido e vai-me fazer bem ao moral. Porque, independentemente de eu ser daquelas pessoas que nunca jamais dá um passo atrás no que a relações diz respeito, eu tenho saudades de algumas coisas dos tempos em que tinha namorado. Não tenho saudades do namorado (desculpa se estiveres a ler, mas é verdade), mas de algumas coisas a que se tem direito quando se tem namorado. E não falo de sexo. Falo do poder desmanchar-me a chorar ao pé de alguém. Sinto falta de ter alguém ao pé de quem eu não tenha de ser forte.
Sou sempre forte. Tenho um feitio difícil. Digo quase sempre o que penso e nem sempre é fácil lidar com isso. Compreendo. Mas de tanto me mostrar forte aos meus amigos, noto que não acham normal quando eu me vou abaixo. Porque isto de ser forte é quase sempre aparência. Eu sou como qualquer outra pessoa. Preciso de apoio, de mimo, de compreensão. Quando tinha namorado, era ele quem me ouvia e quem me apoiava (apesar de todos os milhares de defeitos, nisto do apoio foi quase sempre bom) e eu nunca tive de me desmanchar a chorar ao pé dos meus amigos. Agora que precisei, acharam estranho, diferente, olharam-me como se eu fosse um animal estranho. E sou. Sou mesmo um animal estranho. Porque também não sei bem o que fazer... A culpa não é deles, é minha.
Sinto falta daquela sensação de se poder dizer tudo à frente de alguém, de se poder chorar tudo, basicamente tenho saudades de poder ser frágil, tenho saudades de poder ser eu.

3 de julho de 2008

O susto! O medo! A tragédia! A loucura! E o anel!

Pronto... estou oficialmente assustada!

Já há muito que eu tenho consciência que deveria ir dar sangue. Tenho O - que é aquele que dá pra todos. Mas tenho pavor a agulhas e até para ir tirar sangue para análises é uma luta. Sinto-me mal e tenho de estar deitada e depois fico com o braço negro e dormente pelo menos durante esse dia. Dar sangue envolve ter uma cena espetada no braço durante mais tempo... O medo!


Mas chegou-me hoje às mãos uma circular interna. Ora o GM vai promover uma recolha de sangue e vêm cá uns senhores de Coimbra com umas carrinhas e isso. Vou inscrever-me! Na pior das hipóteses não trabalho o resto do dia! É só em Setembro, mas confesso que estou nervosa, com as palmas das mãos a transpirar só com a ideia. Mas a decisão está tomada, só espero que corra tudo bem...

Além disso, hoje ando de aliança! Ah pois é! Não, não me passei para o lado de lá. É a aliança da minha avó que curiosamente só me serve no dedo mindinho :(
A minha mãe tirou-lha do dedo no Sábado, num momento muito mau, mas agora que a minha avó começou a recuperar, a falta da aliança está a deixá-la triste e paranóica. Acha que não lhe devolvem a aliança porque está a morrer. Como o factor psicológico é mais que fundamental nestas idades, eis que vou ao hospital devolver-lhe a aliança! Tenho-a no dedo para não me esquecer...
Mas é incrível como um simples objecto pode mudar tudo. O apego que ela tem ainda a este objecto, depois de estar viúva há 26 anos... Outros tempos, outras mentalidades. Olho para o meu dedo e gosto de lhe ver este anel. Por ser da minha avó. Gostava de um dia poder ter um apego assim grande por algum objecto que alguém me dê. Entendo-a e invejo-a. Por isso, vou despedir-me da aliança e ela hoje volta ao dedinho anelar da D. Nazaré porque é lá que ele pertence!!