30 de outubro de 2009

Nein!

Há 11 anos atrás, era ao som de Rammstein que eu estudava. Grande ritmo e palavras irreconhecíveis para mim. Muito bom mesmo. Tinha um cd e ouvia sem parar... e aquilo resultava. Conseguia manter-me acordada e motivada para o estudo (que era pouco, mas que precisamente por ser pouco tinha de ser proveitoso).

À conta de Antena 3 ser a rádio oficial do concerto deles em Portugal, tenho ouvido muito mais Rammstein. As músicas do novo cd e as velhinhas também. Engel. Amerika. Ou a minha preferida, Du hast. Um amigo meu alemão disse-me que na música Du Hast há, no refrão, tipo um Padre que pergunta se eles aceitam amar-se e respeitar-se até que a morte os separe... depois ouve-se a gaja dizer "Yaaaaaaaa" e ele "Nein!!". Muito bom!

Som que passava no Buraco Negro... saudoso Buraco Negro... estou quase quase quase a ver se ainda há bilhetes para o concerto. Ainda vibro com este som...



Já tinha saudades.

Curiosamente, não têm passado um dos maiores sucessos deles... e acredito que, se passarem, a Antena 3 é banida como rádio oficial dos corredores do GM :). Cheira-me! :) Aqui fica... Te quiero Puta! :)

29 de outubro de 2009

Doce



Música bem-disposta. Daquelas com coreografia... dos tempos de Faculdade. Dos tempos das demasiadas consequências... dos tempos da insegurança... dos tempos da meninice... dos tempos da ingenuidade...

O tempo passa. A ianita muda. A ianita muda muito. Menos consequente hoje. Mais a favor da vida. Com menos medo de errar. Com mais vontade de ser mais e melhor. Menos totó. Menos crédula. Menos inocente.

Os erros, esses, mantêm-se. Serão outros talvez. Mas a idade não me faz errar menos.

Hoje fica esta música. Em honra dos erros. Saborosos. Quentes. Partilhados. Venham mais erros que estou pronta para eles. Erros meus... má Fortuna... amor ardente? Bona Fortuna, isso sim. Bona Fortuna.

Aos erros!

28 de outubro de 2009

Doing mistakes is how you learn.
(Já tinha saudades dos pedacinhos de sabedoria made in Anatomia de Grey... a vida só é vida se tiver quedas e tropeços e lágrimas e dor e porrada e erros... muito erros... porque só assim nos podemos levantar e caminhar e sorrir com mais prazer e ser verdadeiramente feliz e aprender. Viver. Sabendo que podemos ser mais e melhor a cada erro cometido... acho que vou errar muito amanhã... a ver se a vida me sorri ainda mais)

26 de outubro de 2009

Desta ianita...

Há coisas que, por mais que me esforce, eu não entendo.

E a sério que me esforço. E muito. Mas continuo a não entender.

As pessoas continuam a surpreender-me, pela positiva e pela negativa. E eu-mesma... eu não sou a mesma que era há uma semana. Estou diferente. Não sei se melhor se pior. Apenas diferente. Estranhamente diferente. De um diferente que eu não esperava. De um diferente que me faz confusão. De um diferente que vai um pouco contra aquilo que eu sempre pensei de mim... implicando atitudes que nunca pensei ver em mim. Nem boas nem más. Apenas diferentes, distintas da ianita que conheço há tantos anos.

E não sei explicar isto que sou eu agora. Ainda estranho. Ainda duvido. Ainda me surpreendo tanto comigo que assusta.

Gostava de poder explicar o que está diferente, mas eu própria não o sei explicar bem. Apenas sei que estou efectivamente diferente. Nem mais nem menos que antes. Apenas diferente. Ainda ianita. Ainda eu. Mas um eu diferente.

Sim... um eu a dar em maluco com textos parvos e sem sentido. :)

À parte disso... dor nos pés depois de um dia em cima dos saltos fantásticos que comprei no Sábado, mas aquela dor que me deixa de sorriso nos lábios, porque os pés doíam, mas estavam fantásticos e eu fantástica com eles :) Felicidade por ter pessoas tão bonitas e simpáticas e divertidas e boas companhias na minha vida. Felicidade por ter uma família fantástica. Felicidade por poder fazer planos e concretizá-los. Felicidade por me saber certa no abandono de alguns sonhos em detrimento deste que vivo hoje. Voltando atrás, tomaria outra vez a mesma decisão. Voltando atrás, abandonaria o sonho outra vez. Prefiro viver. :)

25 de outubro de 2009

Diálogo...



Recebi esta imagem por e-mail.


Nunca tinha pensado muito nisto, mas a verdade é que há muita gente insatisfeita e esfomeada por aí. Pessoas que estão em relações, mas que não conseguem falar, dizer o que querem. Insatisfeitas. E às vezes até andam ambos às voltas com as mesmas fantasias, a procurá-las em terceiros e em quartos e em quintos... e não falam um com o outro.

Tabus há muitos ainda. É verdade que ninguém é obrigado a nada, mas com diálogo, com informação, com conversa, com negociação, as coisas resultam muito melhor. Mas as pessoas não falam... e os senhores andam por aí esfomeados à procura do que não têm em casa, normalmente a concretização de fetiches sexuais... e as senhoras andam por aí à procura do que não têm em casa, normalmente a concretização de fetiches, mas também de algo mais...

E as senhoras arranjam-se para se encontrarem com os amantes. E os senhores compram prendas às amantes e mandam-lhes mensagens a meio do dia. Por que não dispendem esta energia nos cônjuges?

Há relações que seguramente não terão salvação... mas para quê insistir em algo que não nos satisfaz, seja por que motivo for? Tanta coisa que se resolvia com uma conversa honesta e directa durante uma noite de copos... tanta tanta...

Do dinheiro...

Ainda dizem que o dinheiro não traz felicidade... se soubessem o feliz que fiquei hoje com 5 livros novos (bendita campanha do Continente do leva dois paga 1... e o 5º foi na Bertrand, o novo do Zézinho, a minha Biblioteca agradece :)). E fiquei ainda mais feliz e poderosa e tudo e tudo e tudo com estes meninos:

23 de outubro de 2009

Peniche 2009

Não sou fã de surf. Surf faz-me lembrar meninos betinhos que andam de prancha debaixo do braço em Carcavelos em Agosto (!!!). Pessoal que surfa ondas de meio metro e que se diz surfista.

Mas isto é outra coisa. Peniche a bombar. E, num dia sem competição, fizeram esta cena à filme... irem com as motas de água... Lindo!! Isto sim...

22 de outubro de 2009

A 1ª vez

A 1ª vez normalmente é difícil... porque há sempre uma carga psicológica maior, mais ansiedade, mais expectativas...

Independentemente da 1ª vez que seja, informação é indispensável. E foi por isso que, mesmo depois de ouvir opiniões de pessoas que já lá estiveram, procurei mais informações... informações que encontrei aqui.

E neste site encontrei o que me faltava... o bilhete de transportes públicos válido para os 5 dias de visita e que vale descontos em todos os Monumentos. Bilhete que vale entradas em 7 museus (poupa-se mais de 50%). Sugestões de visita... sugestões que passam pelo mais conhecido, e aquilo que tenho ânsia de conhecer nesta minha primeira visita, mas também outras sugestões... como o Museu do Erotismo, que eu vou querer visitar também.

Os bilhetes de avião já estão (depois de algumas peripécias, vamos de TAP para estimular a Economia portuguesa). O hotel foi o que custou mais. Mas escolhemos bem. Muito bem mesmo.

Estou oficialmente ansiosa.... vai ser muito bom!! :)

21 de outubro de 2009

Eureka

É engraçado como Arquimedes tinha razão.

Dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Parece tão lógico que uma pessoa nem acredita que houve tempos em que não se soube isto.

E os sentimentos? Podem conviver? E os pensamentos? Conseguimos ocupar a cabeça com várias coisas ao mesmo tempo?

Acho que temos espaço e tempo para tudo o que queremos mesmo. Por mais que nos custe horas de sono e tempo de qualidade noutras coisas. Mas o tempo não estica. E há poucas coisas que possam ser feitas ao mesmo tempo. Posso lavar a louça enquanto ouço música. Posso jantar enquanto leio. Posso ver televisão enquanto trabalho. Posso guiar enquanto falo ao telefone. Mas... nem tudo é assim...

E por mais que tenhamos lugares cativos na nossa vida (família e amigos), vamos sempre encontrando espaço para mais pessoas, para mais lugares cativos... se os quisermos. Mas isso custa... Porque o espaço não está desocupado... e o espaço, como o tempo,não estica.

E dito isto, posso gritar Eureka, tal Arquimedes. Porque o espaço e o tempo são um só. E porque o espaço e o tempo dentro de nós não são diferentes do espaço e do tempo fora de nós... e dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo.

Isto para dizer que as borboletas no estômago ocupam o espaço da comida. E que pensar em alguém nos impede de trabalhar.

E é isto...

20 de outubro de 2009

I'm not in love...



... it's just a silly phase I'm going through...

And just because I call you up
Don't get me wrong, don't think you've got it made...


I like to see you, but then again
That doesn't mean you mean that much to me....


I keep your picture upon the wall
It hides a nasty stain that's lyin' there.........


I'm not in love...

19 de outubro de 2009

Amarras

Sociais. Morais. Éticas. Religiosas. Emocionais. Verbais.

Na vida escolhemos... as amarras que quebramos e as que mantemos.

Nas últimas semanas tenho quebrado algumas amarras. A custo. Mas era algo de que precisava. Muito.

Dei os passos que deveria dar. Lancei as sementes e agora é hora de colheita. Não foi fácil... tive de lutar contra as minhas amarras...libertar-me delas... uma a uma...

E agora... estou mais feliz do que pensaria que poderia ser. Os passos foram correspondidos e superados.

Não sei o que vai ser amanhã. Mas, vai daí, ninguém sabe o que vai ser amanhã. E se no trabalho penso sempre mais à frente, nisto não vou pensar além do aqui e agora. Um aqui e agora que eu quis e procurei. Um aqui e agora que tive medo e coragem de buscar. Um aqui e agora que me deixa de sorriso tonto nos lábios. Um aqui e agora que me faz ruborizar qual adolescente. Um aqui e agora que me faz feliz.

Olho no olho... mão na mão... nariz no pescoço... umas mordidelas... Amanhã? O Amanhã a Deus pertence. A mim pertence-me o aqui e agora.

17 de outubro de 2009

Lourosa - 14 Outubro 1964

Ser ou não ser

Qualquer coisa está podre no Reino da Dinamarca.
Se os novos partem e ficam só os velhos
e se do sangue as mãos trazem a marca
se os fantasmas regressam e há homens de joelhos
qualquer coisa está podre no Reino da Dinamarca.

Apodreceu o sol dentro de nós
apodreceu o vento em nossos braços.
Porque há sombras na sombra dos teus passos
há silêncios de morte em cada voz.

Ofélia-Pátria jaz branca de amor.
Entre salgueiros passa flutuando.
E anda Hamlet em nós por ela perguntando
entre ser e não ser firmeza indecisão.

Até quando? Até quando?

Já de esperar se desespera. E o tempo foge
e mais do que a esperança leva o puro ardor.
Porque um só tempo é o nosso. E o tempo é hoje.
Ah se não ser é submissão ser é revolta.
Se a Dinamarca é para nós uma prisão
e Elsenor se tornou a capital da dor
ser é roubar à dor as próprias armas
e com elas vencer estes fantasmas
que andam à solta em Elsenor.

Manuel Alegre


Ouvi hoje nas notícias o caso do 14 de Outubro de 1964 em Lourosa. Nunca tinha ouvido falar. Ouvi hoje. As senhoras da aldeia não queriam que o Padre fosse transferido e então fizeram uma vigília. O Estado Novo encarou aquilo como uma manifestação, uma rebelião e mandou 1000 agentes da GNR que cercaram a aldeia e entraram a matar. Sim. Morreram pessoas. Senhoras. Uma delas grávida. E o resto da população? Calou-se. Calou-se por medo de morrer também. Apagaram aquele dia das memórias para poderem viver. (mais aqui)

Adoro a poesia portuguesa escrita nas décadas de Estado Novo. Adoro este poema do Manuel Alegre. É dos poemas mais bonitos e mais complexos que conheço. Ainda bem que não há quem hoje escreva assim em Portugal. Nem o Manuel Alegre nem Jorges de Sena nem Alexandres O'Neill nem Arys dos Santos nem Natálias Correia nem Sérgios Godinhos nem Zecas Afonsos nem os milhares de anónimos que deixaram a sua marca. Por mais que goste e admire estas pessoas, fico muito feliz por saber que vivemos outros tempos. Fico muito feliz por sentir que não preciso de esconder sentidos nos sentidos das minhas palavras. Fico muito feliz por ler os poemas que o Manuel Alegre escreve ainda hoje. Bonitos, muito bonitos. Mais bonitos por não serem amordaçados. Palavras que saem soltas e livres.

É muito fácil criticar e dizer que estamos tal e qual se estava há 100 ou 200 anos atrás. Pegar numa frase de um autor antigo, escrita num tempo antigo e dizer que encaixa como uma luva nos tempos de hoje. Os escritores sempre usaram as palavras como armas. As melhores e mais poderosas armas. E gosto de ver que os escritores de hoje, os Saramagos e os Peixotos e os Lobo Antunes e mesmo os Manueis Alegre não escrevem assim... não escrevem como Eça escreveu. Nem o Manuel Alegre escreve como escrevia. Porque não se adapta. Porque por pior que estejamos (e sim, estamos mal e estrasados em mesmo muitas coisas), nunca estivemos tão bem. E o caminho é para se ir fazendo, passo a passo. E confesso que me chateia que as pessoas não tenham sentido de História. Que falem do que não sabem nem conhecem... ou que conhecem só pelos seus olhos.

Gosto de ler poemas como este. São o reflexo e a memória de tempos passados. E fazem-me sorrir... pelo exemplo, pela luta, pela preseverança, e pela mudança. A mudança por que tantos lutaram e que eu vivo hoje.

Não imagino como há-de ter sido para o povo de Lourosa calar este segredo. Não poder nomear os culpados. Não poder sequer pensar no assunto, porque os olhares denunciam os pensamentos e pensamentos maus matavam... Hoje temos o direito de pensamento... o direito de indignação... o direito de falar abertamente... Obrigada aos que lutaram. Obrigada.

16 de outubro de 2009

Dos afectos

Os afectos não se explicam.

Sentimos o que sentimos porque sim... porque há afinidades... porque há conhecimento... porque há partilha... porque há amor... porque há respeito...

Sempre disse que faço questão de ser mãe, mas que não faço questão de engravidar, por mais espectacular que isso seja. Sei que ser mãe é mais que engravidar. E sei que amarei qualquer filho que tenha, biológico ou não.

E não estou a ser politicamente correcta. O sangue não cria laços, mas a partilha sim. Se hoje me aparecesse uma rapariga a dizer que era ela a minha sobrinha, que os bebés tinham sido trocados à nascença, isso não me faria gostar automaticamente dela. O sangue que partilhamos não me faria querer dar-lhe beijinhos e abraçá-la. E muito menos me faria gostar menos da Sara. Nunca. E por tudo isto eu sei... sei.

Assim como os meus irmãos. Ninguém poderá apagar o que sinto por eles. Com sangue ou sem sangue. São os meus irmãos. Foi com eles que cresci e vivi e sofri e ri e chorei. Tudo.

Tenho 3 irmãos. Dois biológicos e um não biológico. Não, os meus pais não adoptaram. O meu cunhado é o meu 3º irmão. Acham estranho? Uma pessoa que só casou com a minha irmã ser como um irmão? A pessoa que casar com o meu irmão será cunhada, mas nunca irmã. Qual a diferença? Conheço o meu cunhado, da partilha do dia-a-dia, desde os meus 6 anos. Foi quando eu tinha 6 anos que ele e a minha irmã começaram a namorar. E por isso não me lembro da minha irmã sem ele. Mais. Não me lembro da minha vida antes dele. É, por isso, tanto meu irmão como a Olga e o Vasco.

E hoje faz anos. 41. Aconteça o que acontecer. Haja o que houver. Não tens irmãos biológicos, mas adoptaste-nos a nós. E nós adoptámos-te a ti.

Parabéns!

15 de outubro de 2009

Friends

Adoro a série. Adoro as personagens. Adoro a forma louca como dizem a verdade uns aos outros, mas como se protegem sempre, se apoiam, se amam. E porque são a coisa mais importante na vida... a amizade faz tudo valer a pena. Não nos cura todas as mágoas... não nos impede as quedas... mas alivia a alma. Não me canso de agradecer aos meus amigos... por serem verdadeiros... por me puxarem as orelhas... por partilharem um pouco de si comigo... por se darem... por me ensinarem a ser mais. E sabem que I'll be there for you... ad aeternum!



So no one told you life was going to be this way.
Your job's a joke, you're broke, you're love life's DOA.
It's like you're always stuck in second gear,
Well, it hasn't been your day, your week, your month, or even your year.

But, I'll be there for you, when the rain starts to pour.
I'll be there for you, like I've been there before.
I'll be there for you, cause you're there for me too.

You're still in bed at ten, the work began at eight.
You've burned your breakfast, so far, things are going great.
Your mother warned you there'd be days like these,
But she didn't tell you when the world has brought you down to your knees.

That, I'll be there for you, when the rain starts to pour.
I'll be there for you, like I've been there before.
I'll be there for you, cause you're there for me too.

No one could ever know me, no one could ever see me.
Seems like you're the only one who knows what it's like to be me.
Someone to face the day with, make it through all the rest with,
Someone I'll always laugh with, even at my worst, I'm best with you.

It's like you're always stuck in second gear,
Well, it hasn't been your day, your week, your month, or even your year.

But, I'll be there for you, when the rain starts to pour.
I'll be there for you, like I've been there before.
I'll be there for you, cause you're there for me too.

14 de outubro de 2009

Happy birthday... :)




Basta seres tu. Seres mais tu. Mais a Vera que tenho visto desabrochar. Atreveres-te a seres mais tu, mais feliz... correres mais riscos... saltares mais... tirares os pés do chão... olhares em frente, para o caminho, para a vida como um todo e não para o momento e para as pessoas de agora. Aprender a viver a vida, sem esquecer que tudo na vida é relativo.

Gostei de te ter reencontrado. A vida é assim. Não é um caminho direito e sem obstáculos. E gosto disto... de ver as voltas que a vida deu para nos trazer aqui. Aqui. Agora.

Desejo-te só felicidade... capacidade de aceitar o bem que a vida te dá... capacidade de te veres e te sentires e te valorizares... capacidade de sorrires... capacidade de vibrares com as tuas conquistas e as da tua menina... Mais "vera" contigo mesma. Mais.

Muitos Parabéns e muito obrigada por aquele primeiro passo que deste há uns meses atrás. Que este seja o primeiro de muitos aniversários que vemos juntas. À tua!

12 de outubro de 2009

Ianita no seu melhor

A pousar para a foto... num dia cansativo, mas muito bom e divertido! (Pic-nic blogger - Alcobaça)

A desafiar a morte! Só vendo as fotos é que me apercebo do risco que corri... (S. Miguel - Açores)
Nas Capelas Imperfeitas... em busca do príncipe...
Medo. Muito medo!

VIP :)

E para quem acha que sou boa menina... tem dias! Não me pisem os calos. :)



(Obrigada pelas fotos! Já não me lembrava destas relíquias açorianas!)

11 de outubro de 2009

24 hour madness

Telefonema... uma pessoa deprimida de um lado, uma pessoa cansada do outro. A pessoa deprimida ia a Leiria às compras. A pessoa cansada regressava de uma manhã de trabalho. Bora para Lisboa?

Almoçar. Arrumar o saco. Espreitar no Booking e reservar hotel. E fomos. Hotel magnífico na Ericeira, quarto com varanda virada para o mar. Senhora recepcionista que não atendia o telefone porque, percebemos depois, não largava o telemóvel.

Next stop: Colombo. Compras muitas compras. Mais cds. Mais camisolas. Mais botas :) Comida chinesa. Muito bom! (Note to self: ir para o Colombo em dia de jogo na Luz não é das melhores ideias).

De volta à Ericeira... beber um copo numa esplanada de frente para o mar... e cama!

Hoje... Aldeia do sr. José Franco. Gosto de ver que aquilo continua a bombar mesmo depois da morte do senhor. E Mafra.... só o meu monumento favorito. Amo aquele lugar. Melhor porque ao Domingo de manhã não se pagava. Pior porque o torreão sul está fechado para obras. Mas deu para matar saudades... e regressar a casa como se estas 24 horas tivessem sido dias... Obrigada por me devolveres o sorriso.



(Hotel)


(fantástica vista do quarto)























9 de outubro de 2009

wake the fuck up

Ando eu preocupada por uma coisa sem jeito nenhum. Concentrada no meu umbigo, nas minhas coisas, nos meus passeios, em rir e passear e ser feliz. E esqueço-me... esqueço-me... esqueço-me... nem o meu mundo gira à minha volta. E não tenho o direito de ser egoísta como tenho sido.

Enough is enough. Chega.

Tenho que acordar para a vida real. Ponto.



Adoro o Ben Harper...

(Novidades? O advogado anda mansinho e tem-me facilitado muito a vida, mesmo eu tendo de trabalhar cada vez mais directamente com ele... Fui à endocrinologista que me mudou a medicação toda, naquela de experiência... A novelinha dos indianos está a acabar... comprei muita roupa nova... gastei 100euros em livros e cds numa semana... Barcelona está marcada... Tanta coisa a acontecer... tanta coisa espectacular e eu... eu penso no Ben Harper...)

8 de outubro de 2009



Estas músicas não me saem da cabeça... I wonder why!

(para quem quer saber do status... ainda não há passo nº4)

7 de outubro de 2009



Não ouvi a tua voz... ouvi o teu nome. Foi só isso... Estou a dar em doida... Dei o primeiro passo. Dás o segundo?

(e sim, eu sei o que a música quer dizer.........)

6 de outubro de 2009

A tempestade



A modos que é isto. A primeira tempestade da época 2009/2010. Não é chuvita. É a verdadeira tempestade.


Muita muita muita chuva. Muita trovoada. Muitos relâmpagos. Enquanto estive no trabalho, tranquilo. Calor. Manga curta. Normal. Grande molha à hora do almoço. À saída... três gajos à porta do edifício à espera que chovesse menos para irem para os carros. A je armada em heroína passa por eles e caminha (porque se saltos não se corre, ainda para mais com gente a ver) para o carro debaixo de algo que não era chuva, mas baldadas de água para cima.


O pior veio depois... IC2 sem luz... estrada alagada... carros a 30km/h. Muitos relâmpagos! Muita trovoada. A chuva que era torrencial. Não se via nada! Pior só quando saí do IC2 e entrei na minha magnífica Freguesia. Com as estradas alagadas. Com os relâmpagos e os trovões e animarem a festa. Sem luz de candeeiros. E sem marcas na estrada!! E conhecer a estrada não adianta de muito nestas condições. Acho que nunca demorei tanto tempo a chegar a casa.


Valeram-me duas companhias. Primeiro a V. a quem liguei a meio do caminho pelo IC2, apenas e só para espantar aquela coisa que eu sentia e que muitos poderão chamar de medo, mas eu não chamo medo porque eu não tenho medo de conduzir numa tempestade como a de hoje, nada disso, medo não. E depois, dos Bon JOvi com quem cantei o mais alto que pude e consegui. Assim numa de espantar os espíritos maus.


Porque uma tempestade sabe mal, mas sabe bem também... porque nos renova. Porque mexe a terra. Porque nos inunda e com ela leva o que de mau nos está a carregar... hoje deixei que a tempestade me molhasse muito duas vezes... e quis que com ela fossem alguns sentimentos maus, algumas preocupações, alguns problemas. E assim, renasci. Outra vez.





This ain't a song for the brokenhearted
No silent prayer for the faith departed
And I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice when I shout it out loud

It's my life
It's now or never
I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive


(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"
I just wanna live while I'm alive
'Cause it's my life

This is for the ones who stood their ground
For Tommy and Gina who never backed down
Tomorrow's getting harder, make no mistake
Luck ain't even lucky, gotta make your own breaks


It's my life
And it's now or never
I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"
I just wanna live while I'm alive
'Cause it's my life

You better stand tall
When they're calling you out
Don't bend, don't break
Baby, don't back down


It's my life
It's now or never
'Cause I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
And it's now or never
I ain't gonna live forever
I just wanna live while I'm alive

(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said, "I did it my way"
I just wanna live while I'm alive
'Cause it's my life!

5 de outubro de 2009

Eden














Buddha Eden, ou o Jardim da Paz. Ainda em construção, mas já vale muito a pena. Para descobrir num passeio a pé ou em comboio turístico. Gratuito a pé, uma data de euros em comboio. Muito giro. Com muitas crianças aos berros e, por isso, muito pouco pacífico. Vale a pena. No Bombarral. Se comprarem um vinhito à saída, o Berardo agradece. :)

4 de outubro de 2009

Happy!





My Family :)




Um mês depois, a minha mãe hoje foi pagar o almoço de comemoração do aniversário dela. Nós (os filhos) tínhamos oferecido uns dias no Minho como prenda. O meu pai não lhe tinha oferecido nada... e ela andou a chateá-lo com isso todos os dias... até que ele se fartou e me pediu que lhe comprasse uma prenda para ele dar. Comprei. Uns brincos e um anel. E porque ela gosta, um livro. Ora o meu pai lá foi dar as prendas todo contente e ela viu e disse: "que livro tão fininho! Isto não dá para nada!". Ainda dizem que o tamanho não conta...

Os almoços em família são sempre assim... barulhentos e cheios de histórias para contar... o meu irmão que vê que eu não comi nem metade da minha dose de borrego e que diz "não deixes fugir essa travessa!". :) A balança que tem defeito. O nosso pai que diz que não temos razão de queixa dele e os planos para o Euromilhões (é que temos tudo tão planeadinho, por que é que não nos calha?).

Passeio na Nazaré (onde estavam menos 7º que no restaurante, a 15km dali). Conversa de carapau seco. O Sítio que não se via. Casa. Passeio com a mummy a ver o prédio da futura casa de Ianita. Lanche. Compras e mais estímulo à Economia (foram só mais duas camisolas... mas ainda faltam as botas... e um casaco ou dois). E o melhor de tudo... amanhã é 2ªfeira, mas não tenho de ir trabalhar. Ainda me lembro dos tempos dos recibos verdes e de detestar feriados em dias de semana (porque se não trabalhava, não recebia). Conversa com uma amiga ressacada :). Ídolos. Empréstimo de 1,250kg de livro à sobrinha. Amanhã ida a Óbidos para encontrar outra amiga. Happy!