14 de julho de 2008

Castelos na areia

Para quem não tem férias é assim. Temos de aproveitar o fim-de-semana para distrair as ideias.


No Sábado levei a família Rei Pinto a visitar aqui os pontos turísticos. Não fomos a castelos, nem a museus, muito menos a mosteiros. A Maggy é muito pequenina. Fomos ver as vistas.


1ª paragem: Nazaré



2ª paragem: S. Martinho do Porto


Entretanto, depois de um belo almoço de Arroz de Tamboril, servido no Restaurante Alberto, fomos um bocadinho até à Polvoeira. Estava muito vento, mas a Maggy gostou e até andou ao meu colinho. Mas a areia não era boa para castelos e demais construções...


A noite foi feita de arraial na Pocariça. O jantar demorou, mas soube muito bem. Melhor só mesmo a filhós com o café da Avó.


Domingo... O Tojó queria ir ao Salgado. Mas, embora seja de facto uma praia muito bonita, não é lá muito boa para dar mergulhos, nem sequer para molhar os pés...



Eu sei que a foto engana, mas com o vento que tem estado, acreditem, isto não está nada fácil. Bandeira Verde só mesmo em S. Martinho e então no Salgado... upa upa! Vermelhinha!


Fomos então às Paredes (de Vitória), onde havia Bandeira Amarela, mas havia o rio onde os mais pequenos podiam brincar e, na maré baixa, eu até fui ao mar a banhos e dei uns valentes mergulhos (e fui arrastada por uma onda que quase me levava o Bikini!). Mas deu, e muito bem, para castelos na areia que a Maggie prontamente destruia. Foi muito, muito, muito, mas mesmo muito bom!

À noite lá fomos repetir a dose às grandiosas festas da Pocariça, onde jantámos ao som dos grandes e míticos Análise (os do "there's no ban").
Foi um dia em altas, que terminou comigo a levar abada no sobe e desce (a terminar com mais pontos do que os que com que comecei...).
Pena hoje já ter de trabalhar. Pena eles amanhã já irem embora. Por incrível que pareça, gostei de ver os meus castelos de areia destruídos. Eles servem para isso mesmo, para irem com as águas ou com a fúria destruidora de uma qualquer criança. Faz-me pensar nos outros castelos, não de areia, mas de sonhos, construídos no ar, feitos de ilusões vãs, de esperanças infundadas... esses tenho de ser eu a levá-los. A deixá-los ir na maré. Mas custa, não é fácil.


6 comentários:

Raquel disse...

O que eu me lembrei de ti este fds... e fartei-me de falar no "there's no ban" claro está! Um fartote de rir que ninguém percebia bem o pk, mas tá-se bem :)
Eu vi logo k não te aguentavas a fotografar uns catelinhos... im cadinho já para o "abalrroados", ma ainda firmes que nem pedra!!!

Ianita disse...

Não sobreviveu nenhum... Snif!

E quanto ao "there's no ban" eles não cantaram. Aliás, agora já só cantam música popular. E daquela reles, porque nem sequer cantam o "Baile de Verão" e eu a querer berrar um aperta aperta com ela. Nadinha de nada! Mas no outro dia foi lá um outro grupo que entrou em palco com fumo e assim e que depois cantou o aperta aperta com ela. ;)

Raquel disse...

Oh que desgraça!!! Tu não me digas que lá descobriram os teus posts/comentarios sobre eles e decidiram não enveredar mais pela bela da musiquinha estrangeira....
Quanto ao aperta aperta com ela... não podes dizer mal da festa, sempre deu para berrares um cadinho, não?

Ianita disse...

Deu sim senhora. E tinha o belo do café d'Avó com filhós que soube mesmo muito bem!

Pelo que entendi, os Análise agora têm uma nova aquisição. É uma rapariga e se calhar ela é que não quer expor-se ao ridículo... ihihih!!

Manuela disse...

Tens aqui um texto muito bonito com muitas coisas sobre as quais seria bonito eu fazer um comentario mas nao me consigo abstrair da imagem de arroz de tamboril que nao sai da minha cabeca. E quando sai por um bocadinho, chegam as filhos...

Ianita disse...

Tudo coisas muito bonitas e sem dúvida deliciosas! Principalmente quando se está do outro lado do Atlântico e com acesso limitado a estas iguarias.

As filhós estavam muito boas, mas o arroz de tamboril estava um must. Da próxima vez que cá vieres, levo-te lá. It's a promisse!