Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens

15 de outubro de 2010

Mais gira que os Jerónimos

Não me apetece editar as fotos... Vão ficar mesmo assim... salpicadas. Foi um dia de mim para mim. Expresso de Leiria a Lisboa. Belém. Pastéis. Jerónimos. Padrão. Torre. Centro Champalimaud. Chiado. S. Luiz. Voltar para casa. E não choveu nadinha. E esteve muito calor. E foi um dia espectacular!

Ai que o António Pedro Cerdeira ao vivo é muito mais giro....

Até aos 30 anos, bilhetes a 5€ (mais barato que ir ao cinema!!)

E são todos para mim!!

Sem as cabeças das pessoas ficava melhor...

Uma das muitas "amizades" que fiz neste dia... o casal inglês que me fotografou :)

Centro Champalimaud (foto tirada através da rede porque o Centro ainda está fechado, mas está lindo lindo lindo! E pensar que tudo começou na Maceira, hein?)

Apanhei-me a mim mesma desprevenida (claro que tive de tentar um cento de vezes, mas ficou bem)

Isto é metade da fila para os Jerónimos. Ianita deu o golpe e não ficou nem dois minutos na fila :D

A beleza de ianita, só ofuscada pela beleza dos Jerónimos. :)

Se bem que o pessoal técnico dos Jerónimos teve de me convidar a sair, porque eu estava a desviar as atenções do monumento :)


Aqui foram os espanhóis.

Para tirar uma foto sem cabeças, tive de tirar uma foto quase ao tecto

A primeira foto da série. Leiria às 8h30 da manhã de Domingo.

Expulsaram-me, mas não se ficaram a rir! até de língua de fora ianita é mais gira que os Jerónimos!

Ah pois é!


Nem chuva nem frio... um dia excelente :)

A visita inevitável, já sem bateria na máquina... mas ainda deu :)

Gosto de ver senhores com as mãos assim atrás das costas

Já nem me lembrava que o Nandinho, com o Vasquinho e o Luisinho, estava nos Jerónimos... Ah! E o Herculaninho também lá anda.

Milhares de flashes apontados a ianita :)

Outros espanhóis


Para os Jerónimos se sentirem bonitos, eu retirei-me da foto

Não podiam faltar as estátuas sem cabeça do Museu Nacional de Arqueologia


E o céu é o limite. Diz que sim. A ver.

19 de setembro de 2010

De Alvalade




Alvalade do Sado

Paisagem alentejana

Mirobriga


Ponte romana - Mirobriga


Os nossos pés numa via romana


O que eu gosto das termas....

Forum (quase nada está in situ)

Desprevenida....


Falsamente desprevenida

As mesmas termas... outra perspectiva


As pontes romanas não caem nem com mil ianitas :)


E eis que... termas!

A caipirinha vai à Feira Medieval


Alvalade - pelourinho e Igreja da Misericórdia

Não sei se o arauto saberia do que se ia passar hoje na Luz :)


Igreja da Misericórdia (é aqui que estão os ossos)



Muita muita muita gente... muito giro.


E não é que era bom?


Dra. Sofia Bones, explicando umas cenas enquanto ianita definhava com o cheiro cavalar que se fazia sentir dentro da Igreja....



O escravo do gelo


A caipirinha vai à exposição



Um brinde à Jaquina (a segunda a contar da esquerda, ao fundo)



Era aqui o gabinete da Dra. Bruxa


A caipirinha sai à noite

Brinde à nossa

O carrossel medieval estava estacionado à porta de casa... o desafio surgiu... a ianita tinha bebido demais... e eis que ianita vai andar de carrossel descalça e de pijama.... o degredo!


E sim... era um pijama da "Mine"

E não... não tinha noção da figura que estava a fazer
É que nem vale a pena dizer mais nada....

A minha meia de dormir no carrossel
A Igreja by night


Depois das caipirinhas, iced tea... carpe diem... pois....


E assim aconteceu no fim-de-semana com a monga-mor na feira medieval de Alvalade do Sado.



Passam os anos, mas nós somos nós. É bom saber isso. Adorei ter ido. Apesar de ser longe e de eu detestar conduzir. E surpreendeu-me muito pela positiva aquele lugar. Muita gente. As pessoas da vila muito envolvidas naquilo. Muito contentes por verem arqueólogos (e antropólogos) na vila. Orgulhosos por terem coisas para mostrar.

Adorei as ruínas de Mirobriga que ainda não conhecia. O guia foi um mimo. Adorei as caipirinhas. O convívio. A alegria. A partilha. A bobagem. As conversas mais sérias e as mais parvas. Mais de 15 anos depois. As mongas ainda estão para as curvas...