13 de janeiro de 2010

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Your home is where your heart is
Your heart is where your home is




Podemos ter mais que um lar? Se o nosso coração estiver em mais que um sítio? E poderemos ter um lar onde não temos o nosso coração? É neste sentido que se aplica a noção de "amor e uma cabana"? Não interessa onde vivemos, o que interessa é a construção de um lar e não a construção de uma casa? O que interessa é onde temos o coração?

Será assim tão linear? Ou poderá o coração pregar-nos partidas? E a cabeça?

Your home is where your heart is
Your heart is where your home is

Talvez... E a cabeça? Onde fica a cabeça no meio disto tudo?

4 comentários:

Rui da Bica disse...

Ianita, tendo a concordar plenamente com os 2 versos acima.

O "coração" ... é um “ideal” , a “cabeça”... é “lógica e razão”, mas raras vezes a razão supera um ideal, muitas vezes, é claro, com consequências inesperadas.

.... pode ser penoso seguir somente a razão.
.... pode ser arriscado não a seguir.
.... pode ser frustrante viver, sem perseguir um ideal, mesmo que contra a razão.

Acho que depende de cada um, seguir a razão, ou um ideal, sujeitando-se às consequências da sua escolha.
A vida é muito complicada !...
.

Sayuri disse...

esta traz água no bico? :)

ianita disse...

Rui: quantas vezes perseguimos um sonho, perseguimos o coração e, vamos a ver, não era nada daquilo? Quantas vezes nos chateamos com um imprevisto qualquer na vida e, vamos a ver, foi o melhor que nos aconteceu? Quantas vezes?

A verdade é que não podemos viver sem coração, sem sonho... mas também não podemos viver sem cabeça. Haverá momentos em que teremos de fechar os olhos, dar o salto de fé e hope for the best, mas... nem sempre nem nunca. Na mediania está a virtude... penso eu de que...

Sayuri: Nope.

Rui da Bica disse...

Ianita, a situação é a mesma da “Interrogação” !
Na Vida, não podemos ter certezas. A Vida é um risco permanente. É uma “interrogação constante !
O importante é vivê-la tal como ela vai “acontecendo”, correndo riscos ponderados, sem demasiadas limitações. Senão, ficamos presos de nós próprios e não vivemos.
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