Nestas noite de frio/chuva/trovoada/relâmpagos, só me vale o meu cavaleiro andante e protector. Ou melhor, a minha ursa andante e protectora. Quer dizer... só é andante quando a ponho a andar. É verdade que tem os mesmos anos que eu, mas em anos de ursa isso dá muito mais. E está cheia de mazelas e experiência, o que a torna bem mais corajosa do que a ianita. E o facto de não ser humana e não ouvir nem ver nem sentir também ajuda a manter este ar de permanente serenidade. Pronto. Valha-me ela.
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