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28 de março de 2010

Da festa

Jantar cá em casa. Éramos 18. Com direito a entradas, sopa, e dois pratos de carne e, claro, sobremesas. Caipirinhas, com direito a estrear o picador de gelo eléctrico novo.
Confesso que estava apreensiva, preocupada até. Mas entre mortos e feridos salvaram-se todos e acabou por correr tudo bem, na medida do humanamente possível.
Obrigada a quem marcou presença. Presencialmente, com tantas prendas e sorrisos e surpresas. E por mensagens. Senti-me querida e não há sentimento melhor que esse. Obrigada.
Cunhadinho
Pappi
Mummy

Sara
Os 3 da vida airada

Quiche de legumes e frango

A salada :)


As 30 rosas trazidas pela família Angélico

O bolo


Eu.


A hora das velas.


Da família Angélico


Da família Angélico

Esta correu o país. Obrigada a todos os que aderiram à iniciativa das meninas do Paraíso do Inferno. Adorei. Mesmo. Fiquei sensibilizada pela ideia e pelo trabalho a que se deram por mim. Obrigada do fundinho do meu coração.

Da mana.

Da Sofia.

Unhas dadas pelo mano e anel pela mana.

Do Algarve até mim, entregue exactamente à meia-noite. :) Obrigada Rony.
A prenda que dei à minha mãe.


O panda (sim, é assim que se chama) já está completamente integrado na vida da família Francisco.


Até o SLB ajudou, numa noite em que a casa foi invadida por infiéis. Temos pena :)

Depois fomos dançar e foi muito bom. A música podia ser diferente, mas já deu para desenferrujar as pernas. Acabámos a noite eu e a Sofia, como antigamente.
E hoje já não faço anos. Sou mais uma gaja com 30 anos.

27 de março de 2010

Happy birthday to me...

27 de Março de 1980. 4,150Kg. Clínica da Marinha-Grande. 10h40m, porque aqui a menina nunca foi de acordar cedo.
Não vale a pena escrever muito. São 30 anos muito cheios. De coisas que quis e de coisas que não quis. Pelo melhor e pelo pior. Sou quem sou e gosto de quem sou. Gosto da pessoa que me tornei. Gosto dos amigos que tenho. Gosto do que conquistei para mim. Gosto dos planos que tenho.
Queria poder dizer que tinha conseguido o meu grande objectivo para os 30: viver sozinha. Não consegui. Não desisti. Digamos que "ainda" não consegui. Hei-de conseguir um dia.
Queria poder dizer que tenho comigo todas as pessoas que amo. Não tenho. E é só isso que me entristece neste dia. Não os 30 anos. Nem os objectivos por cumprir. Mas...
Chega de palavras. Ficam algumas imagens das pessoas que têm estado sempre desde o primeiro dia. E das que vieram depois. Das pessoas que me fizeram no que sou hoje. Para o bem e para o mal.
Neste dia de aniversário meu, um beijo e um abraço grande aos meus... família e amigos queridos. Venham mais 30. Tem sido bom, thank's to you all! :) Obrigada!

5 de Abril de 1970 - o dia em que tudo começou.
Baptismo - avós maternos, tio materno e Olga.

Eu e a minha mana :)

os 3 da vida airada com o papi.

A minha avó Nazaré.
Dia 5 de Abril de 2008 - os 90 anos da avó Nazaré.


Há palavras?
Na Queima das Fitas :)

No comments... :)

Falto eu...


24 de março de 2010

Estou oficialmente deprimida...

... eis que alguém se lembra de publicar fotos no facebook. Eu vou cuscar e vejam só o que encontrei:






Não são só 30 anos de idade. São 11 anos depois destas fotos e 30 kg depois. Nem sabia da existência destas fotos. Porra que eu era gira e magra. Vou curar a minha súbita depressão com um pedaço de chocolate... :/ (estas coisas deveriam ser incendiadas!!).

30 anos

Deixei passar o dia da Poesia... Mas não posso deixar passar os 30 anos do Jornal de Letras. Não é uma data instituída, mas uma data para a qual se trabalhou muito. Um Jornal que não é para intelectuais. Um jornal que defende a portugalidade, a nossa cultura, o que é nosso.

E então, em jeito de festejo, deixo aqui dois registos. Uma música do José Mário Branco (agora mesmo na TV), com poema de Luís Vaz de Camões. Mudam-se os Tempos, mudam-se as vontades. E depois, Fala do homem nascido, poema de António Gedeão, que penso muito adequado a esta efeméride e a uma outra a festejar-se no próximo Sábado, curiosamente, também 30 anos :)




Fala do Homem nascido

Venho da terra assombrada
do ventre de minha mãe
não pretendo roubar nada
nem fazer mal a ninguém

Só quero o que me é devido
por me trazerem aqui
que eu nem sequer fui ouvido
no acto de que nasci

Trago boca pra comer
e olhos pra desejar
tenho pressa de viver
que a vida é água a correr


Venho do fundo do tempo
não tenho tempo a perder
minha barca aparelhada
solta rumo ao norte
meu desejo é passaporte
para a fronteira fechada

Não há ventos que não prestem
nem marés que não convenham
nem forças que me molestem
correntes que me detenham

Quero eu e a natureza
que a natureza sou eu
e as forças da natureza
nunca ninguém as venceu


Com licença com licença
que a barca se fez ao mar
não há poder que me vença
mesmo morto hei-de passar
com licença com licença
com rumo à estrela polar

In Teatro do Mundo, 1958

23 de março de 2010

As palavras

Já que não se contentam com a beleza das imagens (emplastro incluído) e têm de saber exactamente por onde andou ianita...



Castellum de Alcabideque (encontrado porque me "perdi" na ida para Conimbriga... e depois vi uma placa castanha a dizer castellum e decidi ir ver o que era. Adorei ter encontrado isto no meio do nada. Com parque de merendas. Um bom exemplo de como se pode aproveitar uma ruína para dar outro ar a uma aldeola perdida no meio do nada.)


Mira (só porque fui almoçar um belo de um tornedó ao Dom Fininho em Cantanhede e estava um dia tão bonito que me apeteceu ir respirar ar marítimo - e ainda encontrei uma rave no meio do pinhal!)



Adorei o passeio. O planeado e o inesperado. Sozinha. Estrada fora. O spa era maravilhoso e fiquei rendida ao Sento (banho japonês). Mais rendida fiquei à massagem Ayurvédica. Uma horinha de alguém a bater-me, foi muito bom. E ainda para mais paguei para me baterem! LOL Mas eu gosto de massagens vigorosas e amei este tipo de massagem, no corpo todo (todo mesmo, do dedo mindinho do pé à cara e cabeça). Com alongamentos e com alguma dor :), mas boa para revitalizar o corpo. Tenho de descobrir onde se faz disto aqui mais perto, porque quero fazer disto um hábito.

O jantar foi maravilhoso. Bacalhau com broa e batatas ao sal e couve salteada. Mousse de chocolate com nozes. :)

Dormi muito cedo e dormi muito bem. Acordei cedo. Banho, pequeno-almoço com o Mário Crespo (ai o que me apeteceu escrever um artigo sobre o que me aprouve ouvir naquela mesa e depois queixar-me que o director do jornal me estava a censurar por não publicar um monte de baboseiras que eu escrevi sem provas) e o Berardo.

Fui passear no Parque das Termas durante uma hora. Onde voltei a encontrar aquele senhor que diz que é jornalista muito contente a contar ao casal amigo as peripécias de uma viagem a Amesterdão.

Tempo de voltar ao hotel para mais um banho, para arrumar as coisas e fazer check-out.

Rumo ao Luso e ao Buçaco. Monumento à Batalha do Buçaco. Respirar fundo e decidir ques e quer ir almoçar bem e barato e decidir que se prefere ir almoçar a Cantanhede do que na Mealhada. Tornedó maravilhoso que comi todinho. Mas nada de sobremesa porque já só movia os olhos. Decidir que se quer ir para casa e que é melhor apanhar a A17 e então decidir que já que se está ali, o melhor é ir dar um pulinho a Mira. E assim foi. Mira cheia de gente, com direito a rave no meio do pinhal.

Volto a casa. A tempo de um banho. A tempo de ouvir o meu pai dizer que não acreditava que eu tivesse ido sozinha (believe it!). A tempo do Benfica-Porto, que me ajudou a fechar o fim-de-semana com chave de ouro.

Vim de lá melhor comigo. Por ter superado mais um desafio. Consciente de que posso ser mais e melhor, se a isso me dispuser. É claro que adoraria ter ido com alguém querido. Mas a opção a ter ido sozinha era ter ficado em casa sozinha a lamentar-me que não vou a lado nenhum. Assim fui! E foi muito bom!!

Sem dúvida, uma experiência a repetir. E já há planos na calha! À falta de quem me queira acompanhar, vou sozinha! :) 30 podem vir que eu estou preparada!