31 de dezembro de 2008

2009

Já revistámos 2008, agora é tempo de dar o mote para 2009. Queria escolher uma música, mas isto de escolher uma música para dar o mote a um ano é difícil... difícil porque a maioria das músicas de que gosto estão atreladas a memórias e eu não quero começar o ano atrelada a memórias, quero começá-lo de peito aberto e a pés juntos.
Queria escolher uma música com ritmo, eu que sou uma baladeira... uma música com ritmo, mas com uma letra que me diga alguma coisa, que seja um bom mote para este ano que vem aí... Pensei nesta música, embora ela esteja atrelada à memória de uma noite. Mas embora a situação decorrente dessa noite tenha sido basicamente má, a música não me traz más memórias. Faz-me lembrar que a vida não se faz de grandes gestos. A vida é um acumular de pequenas coisas que nos mudam. Mesmo. Pequenas coisas, pequenas decisões, pequenas indecisões, pequenos momentos que mudam para sempre o rumo dos acontecimentos. Foi o que aconteceu nesta noite. E embora eu não tenha decidido no caminho certo, esta música faz-me sempre lembrar que sou eu quem tem o poder de decisão na minha vida. Para o bem e para o mal, it's up to me. E eu não quero ser apenas mais uma cara na multidão e é agora ou nunca... 2009 ready or not, here I come!
Por tudo isto, It's my life, Bon Jovi (e estamos no fim do ano, não vale gozar!).
This ain't a song for the broken-hearted
No silent prayer for the faith-departed
I ain't gonna be just a face in the crowd
You're gonna hear my voice
When I shout it out loud
It's my life It's now or never
I ain't gonna live forever
I just want to live while I'm alive
(It's my life)
My heart is like an open highway
Like Frankie said
I did it my way
I just wanna live while I'm alive
It's my life
This is for the ones who stood their ground
For Tommy and Gina who never backed down
Tomorrow's getting harder make no mistake
Luck ain't even lucky
Got to make your own breaks
FELIZ 2009!

30 de dezembro de 2008

2008 em revista

Hoje é o penúltimo dia de 2008. Vamos mandá-lo parar agora um bocadinho e vamos revistá-lo. Tirar-lhe as roupas, os adereços e procurar bem tudo o que ele guarda... todo o bom e todo o mau.
Chegou a uma 3ªfeira cheio de esperanças, de desejos, de vontades... o último ano bissexto da década, designado o ano Europeu para o diálogo intercultural.

Logo em Janeiro morria Edmund Hillary, o 1º homem a escalar o Everest. Foi também o ano em que morreram Suharto, Sidney Pollack, Yves Saint Laurent, Paul Newman, António Alçada Baptista e Harold Pinter.

Foi o ano em que nasceram os gémeos Jolie-Pitt (a verdadeira família multi-cultural).

Ano muito difícil em Portugal... com cheias que provocaram mortos e feridos e danos materiais de valor incalculável. Um ciclone atinge a Birmânia, provocando 102 mil mortos e 3 milhões de desalojados. Ano em que a Rússia invadiu a Geórgia por causa do gás natural...
O ano dos Jogos Olímpicos em Pequim. Por isso, o ano também do reacender da luta pela liberdade dos tibetanos. Luta esta que provoca milhares de mortos e feridos. Mas, independentemente de tudo, indiferentes a toda a pressão internacional, os Jogos realizam-se e são um sucesso. A China investiu ali tudo. Foi a maior manobra de Marketing alguma vez vista. Ano da consagração do grande Nelson Évora e da Vanessa Fernandes. Ano do fulminar do record nos 100m pelo jamaicano Bolt (que como a Verónica bem reparou, acabou por ver o seu mérito ofuscado pelo Phelps). Ano do incrível (não é Hulk, mas quase) e enorme (literalmente) Michael Phelps que conquistou 8 medalhas de ouro nos mesmos Jogos. Incrível mesmo. Citius, altius, fortius.



Ano em que o Federer voltou a não ganhar o Roland Garros. Ano em que a Selecção portuguesa de futebol voltou a desiludir. Primeiro no Campeonato da Europa, brilhantemente ganho pela Espanha. Depois, com a decepção nos jogos de apuramento para o Mundial, sendo que praticamente deitaram o apuramento a perder. O Man United ganha tudo o que há a ganhar e Cristiano Ronaldo ganha tudo... melhor marcador, melhor jogador, bota de ouro, bola de ouro... falta o prémio mais aguardado, melhor jogador do Mundo, mas isso será uma conta para 2009.



O ano da morte do actor Heath Ledger e, estranhamente, o ano da sua consagração no Cinema, com a fantástica performance no Batman. Vai ficar na história do Cinema e disso não há dúvidas.


Ano de Amy Winehouse, de Duffy, de novo album dos Metallica, Coldplay, Keane, Vampire Weekend, MGMT, da tour de Madonna que passou por Lisboa, o regresso de Oasis, AC/DC, Guns'n'roses. Dos Coldplay, uma música já para inspirar 2009, Viva La Vida!!


Pela 1ª vez na sua história, o rally Dakar não se realizou, devido a problemas de segurança na Mauritânia.

Em Portugal assistimos a uma onda de crimes violentos, com carjacking e assaltos a carrinhas de valores e a bancos. O ano Europeu para a tolerância conheceu melhores dias em Portugal. Com o assalto a uma dependência bancária por dois brasileiros e consequente intervenção da PSP que provocou um morto, algumas das ideias dos senhores da extrema-direita portuguesa ganharam voz nos telejornais.
O ano da crise... da subida do preço do Petróleo, das taxas Euribor e do preço de tudo.

Mas nem tudo foi mau em 2008. O Bush ia levando com um sapato na tromba. A crise está instalada, mas está ser superada e há que haver confiança no futuro. A polícia respondeu bem à onda de crime e prendeu muitas pessoas, até mesmo um banqueiro, facto quase inédito. Na história de Portugal tinham sido presas duas pessoas no mundo financeiro: o Alves dos Reis e a Dona Branca. Acho mesmo um bom sinal. Mesmo que o senhor não venha a ser condenado, este tempo que lá está ninguém lho tira! :)

Mas a figura do ano é, sem dúvida, Barack Obama. O primeiro presidente negro dos EUA. Embora eu diga e repita que gostava que ele fosse apenas e só o Obama, nem preto nem branco, apenas e só um homem. Mas nele está a esperança na mudança. Desde o Kennedy que a América não se sentia assim. E com a América, o Mundo. Pode não conseguir nada de facto, mas conseguiu já, e ainda não tomou posse, mobilizar a boa vontade das pessoas, como Blimunda. E pode bem ser que, com toda a boa vontade do Mundo, ele faça a passarola voar.

Em termos pessoais... o mês mais marcante foi Março. Foi um ponto de viragem. É verdade que fiz 28 anos em Março, mas não foi isso que mais marcou... houve ali uns dias no início do mês, ali entre 2 e 7 de Março, não chegou a uma semana, em que muitas coisas aconteceram. A minha mãe caiu no quintal e magoou as costas, a minha sobrinha fez uma ruptura muscular que lhe custou um mês de treino, o meu cunhado sofreu um pequeno acidente doméstico e ia ficando sem nariz, eu atropelei o M., no dia 4, o mesmo dia em que viria à entrevista para o trabalho onde estou hoje, e na sexta-feira, dia 7, o meu irmão teve um acidente e arrebentou o carro. Em Junho, foi mês de a minha avó ficar doente, muito doente mesmo. A senhora da foice veio bater-lhe à porta mas ela não abriu. Já disse, e repito, a avó Nazaré é a pessoa mais corajosa e com mais genica que conheci e queria muito ter nem que fosse um bocadinho da força dela a correr-me nas veias.
Viajei bastante... em Fevereiro fiquei no Estoril e fui ao Cabo da Roca e a Mafra e a Sintra. Em Abril a minha avó fez 90 anos e no 25 de Abril fui ao Alentejo, Grândola, Vila Viçosa e Évora. Em Maio a Manuela veio a Portugal e passou um dia comigo... No Verão a família Rei Pinto veio passar uns dias à Pocariça e em Agosto fui ao Algarve. Fui a Albufeira ver o João :) e fui a Tavira. Em Setembro, foi tempo de ir ao Norte, Porto, Esposende, Viana do Castelo e Ponte de Lima. Em Dezembro fui pela primeira vez à neve.
Mudei de trabalho. Um trabalho que está cheio de imperfeições, mas é um primeiro passo. Sempre disse isso e é mesmo isso. Mais passos virão.
2008 foi um ano difícil a todos os níveis. Foi um ano de mudanças, nem todas boas, foi um ano de crise, um ano de muitas lágrimas. Mas estou aqui. Inteira. Este ano tão difícil serviu para me mostrar que sou capaz. Sou capaz da mudança, sou capaz de suportar coisas más e dar a volta por cima. Foi um ano de consolidação de amizades, das verdadeiras. Foi o ano do nascimento do meu blog. Foi o ano do primeiro passo rumo a um futuro diferente. Um passo pequeno, mas difícil e necessário.

2009... não será fácil. Mas tenho confiança. Vou tentar dar mais um passo em frente. Vou tentar ser feliz. Vou tentar largar algumas das minhas amarras e ser mais feliz. Rir mais, gargalhar mais, passear mais, divertir-me mais, conhecer mais pessoas, e não ter medo. Avanço neste 2009 sem nada que me amarre a 2008 ou ao passado. Avanço confiante que as coisas só podem melhorar. Confiante na minha força e na força dos que me rodeiam. Confiante em mim. De peito aberto e a pés juntos.
A todos, a vocês que me aturam todos os dias, seja a ler-me, seja mesmo a ouvir-me, a vocês que suportaram um post gigante e que persistiram sempre, comigo, a todos vós eu desejo um 2009 em grande. Um 2009 sem olhar às pequenas coisas que nos desgastam e que não valem nada. Persigam a vossa felicidade e deiam mais um passo rumo ao vosso futuro, com confiança que tudo vai melhorar. FELIZ 2009!!
Deixo-vos as palavras de Virgílio, sábias...
Omnia vincit Amor, et nos, cedamus Amori...
:)

Caminhos


Aqui há um tempo falei aqui em desvios e em como eles nos podem lixar a vida, ou não. Temos de ter o espírito aberto para os desvios, porque a culpa não é deles... Abracei o desvio como se fosse um caminho. Embora tivesse buracos e lombas e fosse estreito, abracei-o. Tirei partido dele. Mas confesso que tinha saudades do meu caminho. Do verdadeiro, do original, do primeiro caminho a que regressei agora que terminaram finalmente as obras. Tinha saudades desta vista todos os dias. Tinha saudades deste sentimento de que o dia pode ser bom, só porque vemos uma coisa destas logo de manhã. Tinha saudades da inspiração... tinha saudades. Hoje voltei ao meu caminho.

29 de dezembro de 2008

Do fim-de-semana

Diz a canção que Coimbra tem mais encanto na hora da despedida. Não podia estar mais em desacordo. Para mim, nada bate a chegada a Coimbra. Cada chegada é única, cada chegada está cheia de emoção, cada chegada tem em si todas as chegadas. Depois de uma hora de viagem, a primeira vez que se avista a Cabra, por trás das colinas, é de uma paz e emoção indescritíveis. A cada chegada todas as chegadas, todas as pessoas, todos os amigos, todos os lugares, todas as memórias, todas as histórias, e toda a potencialidade que jaz ainda ali. Porque Coimbra está ainda cheia de recordações que ainda não vivi...






E a neve... fui pela primeira vez à neve... não ia preparada para aquilo que ia ver e para o que ia sentir, por mais que tivesse visto na tv, e mesmo não tendo subido até à Torre. Para a próxima levo roupa própria e, principalmente, calçado mais adequado... :) A Maggie estava rabugenta e não aproveitou nada, mas tirámos muitas fotos, para mais tarde recordar. O próximo encontro? Pois... vai demorar uns meses, mas vai ser como sempre. E é tão bom ter certezas destas... ter a certeza que vai sempre valer a pena, que vai ser sempre muito bom e que vamos sempre sentir saudades. :) Um até breve a todos!




Depois... o regresso a casa... com um sabor agri-doce... mas, e uma vez que vi o Feiticeiro de Oz no Sábado à noite, there's no place like home! (todas as fotos são da minha fantástica autoria, para o bem e para o mal)

26 de dezembro de 2008

Pôr-do-sol


Passavam pelo ar aves repentinas,
O cheiro da terra era fundo e amargo,
E ao longe as cavalgadas do mar largo
Sacudiam na areia as suas crinas.

Era o céu azul, o campo verde, a terra escura,
Era a carne das árvores elástica e dura,
Eram as gotas de sangue da resina
E as folhas em que a luz se descombina.

Eram os caminhos num ir lento,
Eram as mãos profundas do vento
Era o livre e luminoso chamamento
Da asa dos espaços fugitiva.

Eram os pinheirais onde o céu poisa,
Era o peso e era a cor de cada coisa,
A sua quietude, secretamente viva,
E a sua exalação afirmativa.

Era a verdade e a força do mar largo,
Cuja voz, quando se quebra, sobe,
Era o regresso sem fim e a claridade
Das praias onde a direito o vento corre.

(Sophia de Mello Breyner Andresen)

24 de dezembro de 2008

Don't worry... about a thing... every little thing is going to be allright...

A música toca no rádio indiferente ao que se passa... indiferente às lágrimas, indiferente às gargalhadas, indiferente às emoções que transbordam ali...

Have I dispoint you... or leave a bad taste in your mouth... you act like you never had love...

A música toca no mp3 que está ligado às colunas do quarto... o tom triste e melancólico da música embala-lhe os sonhos... sonha com amores possíveis e impossíveis... sonha com cavaleiros andantes e com castelos e torres e tranças louras compridas.

No need to run, and hide... it's a wonderful wonderful life....

Sonha com muitos felizes para sempre, com muitos príncipes que vão e vêm e vão e vêm e vão e vêm... ao sabor da música que continua a tocar baixinho...

...you're just to good to be true, can't take my eyes off of you... I love you baby, and if it's quite allright I need you baby........

Sonha que dança... dança dança dança dança dança dança... rodopia sem parar... o príncipe dá-lhe a mão e ajuda-a a rodopiar mais e mais e mais e mais e ainda mais...

Está tonta... acorda para um quarto vazio... não se ouve nada à excepção da música que continua a tocar, indiferente a quem a ouve a quem a sente e a quem a sonha.

Desliga a música e volta a dormir. Desta vez sem sonhos.

Querido Pai Natal...








É HOJE!!!! FELIZ NATAL A TODOS!!!!!

23 de dezembro de 2008

Carta ao Pai Natal

Ora... toda a gente já sabe que eu fui professora de Português e de Latim. Há quem diga que uma vez professora, para sempre professora. Talvez. Há quem diga que cada professor tem os alunos que merece. Mais ou menos. E se tenho alguns arrependimentos na vida, nenhum deles se prende com a escolha do meu curso, que amei, nem com a escolha da profissão, que enquanto a pude exercer foi muito muito bom. O que faço agora não tem nada a ver? Pois não. Mas o que vivi ninguém me pode tirar.

No dia 17 de Setembro de 2003 puseram-me à frente 19 miúdos. Uma turma inteira só para mim. Toda a minha vida tinha sonhado com aquele momento e nesse dia toda eu tremia. Porque sonhar é uma coisa e ter jeito é outra totalmente diferente. O que a maioria não sabe é que eu não digo muito bem os "sss", sou mais ou menos shopinha de masha. Mais ou menos. Para além do medo, pânico, pavor, normais de estar a dar aulas pela primeira vez, era o medo de eles me gozarem, de não me respeitarem no meu 1, 62m... e não imaginam o que é terem 19 miúdos a olhar para vocês à espera do que vocês vão dizer...

Este medo demorou a passar. Eu olhava-os desconfiada e tentei manter a minha distância para os poder manter na linha. Foram difíceis de início, mas foram os melhores alunos que uma professora poderia pedir. Atentos, curiosos, inteligentes, participativos. Faladores é certo, mas, para mim, não há nada pior que uma turma calada... Estão a ver o que era fazer uma pergunta e haver sempre uma dúzia de braços no ar? Um sonho!

Ora... às vezes penso que, podendo voltar atrás, faria coisas diferentes. Porque eles eram mesmo muito bons e mereciam uma professora melhor, mais experiente. Ontem perdi-me nos meus dossiers desse ano. Folheei as planificações, vi os textos analisados, vi os testes, e vi alguns trabalhos deles que eu fiz questão de copiar para guardar. E acho sinceramente que fiz um bom trabalho. Fomos de Camões a Alexandre O'Neill, Jorge de Sena, Manuel Alegre... passámos por Virgílio Ferreira e Gabriel Garcia Marquez... passeámos por uns textos de Miguel Esteves Cardoso... foi uma delícia!
Mas eu era má! Má que nem cobras! A sério! Tenho um sentido de humor um pouco estranho e adorava vê-los atrapalhados. Os meus testes não eram daqueles previsíveis e eu conseguia ser bastante criativa nas composições que pedia. A coisa mais normal que lhes pedi, e deviam ver aquela turma de maioria masculina super atrapalhada!, foi uma carta de amor. :)

Bem... este discurso todo para dizer que, no 1º período lancei um concurso: "Carta ao Pai Natal". O objectivo era estabelecer uma ligação entre os textos de domínio transaccional que tinha de leccionar. Então, aprendemos o regulamento e fizemos o regulamento do concurso, aprendemos o requerimento e fizemos um requerimento ao Conselho Executivo a pedir autorização para a realização do concurso, e etc e tal. Uma parvoíce que se iria revelar uma grande ideia.

Chegou o dia de entregarem as cartas ao Pai Natal. Eu tinha prometido uma prenda. E dei um livro ao vencedor. Começo a ler as cartas e começo logo a aborrecer-me. Não me levem a mal... as cartas estavam bem escritas, mas eram todas mais do mesmo... querido pai natal quero uma psp, um telemóvel e paz no mundo e que as criancinhas não passem fome. Tudo muito bonito, mas imaginem isto repetido e repetido e repetido... até que... até que me chega às mãos a carta do Tiago A. Um dos miúdos mais inteligentes que eu conheci. Porque eu própria não me lembraria de algo assim. É óbvio que foi ele quem ganhou, pela originalidade. E é óbvio que acabou o ano com 18... :) deliciem-se com isto que um rapaz de 15 anos escreveu:




(clicar para aumentar!)

22 de dezembro de 2008

Blue Monday

Hoje, no "Canções com história" na Antena 3, falou-se da 1ª das músicas de dança. Blue Monday. dos New Order. Eu nunca fui pessoa de discotecas. Gosto de bares. E, com a idade, tenho vindo mais e mais a gostar de ficar em casa a jantar e a beber copos e a conversar com os amigos, em vez de irmos para um sítio qualquer onde nem sequer nos conseguimos ouvir pensar. Ainda assim, sempre gostei de dançar. Não gosto de raves. Esse tipo de música electrónica nunca me disse muito. Dá-me sono, cansa-me. Gosto de músicas com melodia, com ritmo, e que dê para cantarolar qualquer coisa.
Conhecia Blue Monday pelos Orgy, nos anos 90. Adoro o som. Adoro o ritmo. E quando ouvi hoje de manhã só me apetecia ir para uma discoteca e dançar. Porque embora goste de programas mais caseiros, de vez em quando, sabe bem descarregar energias numa discoteca.


E de que gosto mais? Nos meus tempos de Coimbra, o Buraco Negro era o meu poiso. Lá passava o Blue Monday e passava Marilyn Mason. Não gosto da personagem, mas tinha músicas muito porreiras e muito dançáveis. Adoro algumas versões, como o Tainted love ou o Sweet dreams (perdoem-me mas adoro este Sweet dreams!) Deixo-vos um cheirinho do 1º êxito dele, Beautiful people... and I don't want you, and I don't need you.... :)

E passava Smiths e Smashing Pumpkins e dEUS e tantas coisas lindas e maravilhosas e agora de repente é mesmo Blue Monday... que saudades de um sítio como o Buraco Negro... e dos packs de Safari... e dos amigos.... e de pessoas que se perdiam na "gigante" pista... e de sítios onde podemos estar à vontade sem termos uma cambada de anormais a chatear o juízo... os tempos aureos de Coimbra... há tanto tempo... mas não estou triste. Estou feliz. Foram tempos incríveis e faz-me bem voltar a eles de vez em quando... :) E é engraçado como é preciso tão pouco para a minha cabeça voltar para lá... E de repente apetece-me dançar...

Don't give up

Ora... Adoro o Natal. E agora não é por causa das prendas, nem por causa do espírito, nem por causa da ceia, nem tão pouco por causa da união familiar.
É a única época do ano em que ninguém me leva a mal saber de cor a letra do Last Christmas dos Wham ou do All I want for Christmas is you, da Mariah. :)
E que época mais perfeita para eu pôr aqui uma das músicas de que eu gosto muito, mas de que a maioria das pessoas não gosta ou não admite gostar. Não é uma música de Natal, mas tem os ingredientes todos para ser um hino à preseverança, à fé, à coragem. Don't give up do Josh Groban :) desculpem lá, mas ele é bem giro e tem uma voz potente e a música é linda. Não vale gozar porque é Natal :) Aqui fica, Don't give up (you are loved):

Don't give up
It's just the weight of the world
When your heart's heavy
I...I will lift it for you
Don't give up
Because you want to be heard
If silence keeps you
I...I will break it for you
Everybody wants to be understood
Well I can hear you
Everybody wants to be loved
Don't give up
Because you are loved
Don't give up
It's just the hurt that you hide
When you're lost inside
I...I will be there to find you
Don't give up
Because you want to burn bright
If darkness blinds you
I...I will shine to guide you
Everybody wants to be understood
Well I can hear you
Everybody wants to be loved
Don't give up
Because you are loved
You are loved
Don't give up
It's just the weight of the world
Don't give up
Every one needs to be heard
You are loved

20 de dezembro de 2008

Crianças do Mundo: fazer birra compensa!

Ah pois é! Choraminguei, bati o pé, fiz beicinho, pedi muito, fiz birra daquelas à moda antiga e resultou! Consegui que a miúda me levasse a ver o Madagáscar II!!! :)


Foi lindo! Não tão lindo como o 1º, confesso, mas ainda assim lindo! Quase que chorei e ri muito e foi muito bom! Entretanto queria também ver o Bolt, mas a minha sobrinha olhou-me de lado tipo "vais ter sorte, vais!". Mas pronto, por enquanto fiquei satisfeita!! Mas começo a pensar, como será quando ela deixar de me querer levar? Entretanto faz 16 anos e as pessoas normais não vêem filmes destes... continuo a tentar cativá-la... ando meses a mostrar cartazes e amostras e a dizer "vês! vai ser giro!" e, por enquanto, vai resultando!! Meninos e meninas, fazer birra resulta!

Comunico que agora vou começar oficialmente a fazer birra para me levarem a ver o Idade do gelo III que estreia no próximo ano! E em versão portuguesa, se faz favor, porque tem muito mais piada! :)

19 de dezembro de 2008

Digamos que estou num dia não. Um daqueles dias em que olho e tudo me parece mau. Todos os meus esforços me parecem em vão... todos os passos que dou se revelam falhados... parece que quanto mais tento ir em frente, mais me empurram para trás. Todas as minhas escolhas foram ao lado. Todos os meus instintos se revelaram falhados. Todas as minhas certezas foram vencidas. Todos os meus dias amanhecem heróicos e adormecem derrotados.
É um daqueles dias em que nem um banho a ferver, daqueles de quase arrancar a pele, me resolvem a angústia que me ocupa o peito. É fim de ano, devia estar cheia de planos para o novo ano, mas já nem sei bem o que desejar. A verdade é que tenho conseguido concretizar quase tudo o que desejo, mas os meus desejos têm-se revelado maus. Preciso de uma escola que me ensine a desejar para que não ande a desperdiçar desejos, para que possa finalmente desejar e concretizar algo que me leve mais longe, ou mais perto. Isto resolvia-se bem com um pescoço, mas... não há quem ponha o pescoço a jeito, por isso... the next best...
(...)
Fecharam-me todas as portas abstratas e necessárias.
Correram cortinas de todas as hipóteses que eu poderia ver da rua.
Não há na travessa achada o número da porta que me deram.
Acordei para a mesma vida para que tinha adormecido.

Até os meus exércitos sonhados sofreram derrota.
Até os meus sonhos se sentiram falsos ao serem sonhados.
Até a vida só desejada me farta - até essa vida...

Compreendo a intervalos desconexos;
Escrevo por lapsos de cansaço;
E um tédio que é até do tédio arroja-me à praia.
Não sei que destino ou futuro compete à minha angústia sem leme;
Não sei que ilhas do sul impossível aguardam-me naufrago;
ou que palmares de literatura me darão ao menos um verso.


Não, não sei isto, nem outra coisa, nem coisa nenhuma...

E, no fundo do meu espírito, onde sonho o que sonhei,

Nos campos últimos da alma, onde memoro sem causa
(E o passado é uma névoa natural de lágrimas falsas),
Nas estradas e atalhos das florestas longínquas
Onde supus o meu ser,
Fogem desmantelados, últimos restos
Da ilusão final,
Os meus exércitos sonhados, derrotados sem ter sido,
As minhas cortes por existir, esfaceladas em Deus.
(...)
Fernando Pessoa

Tempo

O tempo passa. Facto incontornável. Não podemos pará-lo. Não podemos contorná-lo, passar-lhe ao lado, mudar de tempo... O tempo é inexorável, não perdoa e não pára nunca.
Mas a acepção que temos do tempo não é a mesma. Um minuto demora muito ou demora pouco, dependendo esse muito e esse pouco da ansiedade com que aguardamos essa passagem. O tempo muda de pessoa para pessoa, embora, efectivamente, o tempo seja sempre o mesmo.
Habituamo-nos a medir a nossa vida em anos, meses, dias, em horas e muito raramente em minutos... só quando estamos atrasados para o trabalho, ou quando não apanhamos o último metro, ou quando falhámos o início de qualquer coisa que tinha hora e minutos marcados. Mas, no dia-a-dia normal, medimos a nossa vida em horas, dias e meses e anos.
E os segundos? Os segundos não contam... a maioria dos relógios já nem os mostra. Num segundo não fazemos nada, não pensamos nada, não alcançamos nada. Um segundo não é nada na imensidão de segundos que demora a nossa vida. E o comum dos mortais não pensa neles, nos segundos, e eles continuam a passar, indiferentes à nossa indiferença...
O segundo olímpico. O segundo olímpico demora uma eternidade a passar. Parece que naquele segundo tudo se passa, tudo acontece, tudo se pensa, tudo se teme, tudo se alcança. Naquele segundo, que noutros dias e noutros tempos não conta para nada. O segundo olímpico é vivido com expectativa, com emoção, e demora uma eternidade a passar.
Claro que não espero que vivamos as nossas vidas na expectativa de cada segundo. Se viver na expectativa dos dias já custa, já dói, já cansa, viver na expectativa dos segundos é de loucos, eu sei. Mas devíamos ter nas nossas vidas alguns momentos em que vivêssemos na expectativa de cada segundo. Vivendo cada segundo como o segundo olímpico. Como quando esperamos a reacção da outra pessoa a um "amo-te", como quando esperamos que dispa aquela última peça de roupa, como quando esperamos a resposta a uma mensagem mais atrevida, mais reveladora, como quando arriscamos e não sabemos o que vai acontecer... aquele segundo de antecipação, de medo, de risco, aquele segundo de queda livre... aquele segundo que demora uma eternidade... o segundo olímpico....
É por isso que eu anseio. Dizia a Addison ao Pete, na 3ª feira, "I don't do fun. I don't want fun, and people should get what they want". Pelo menos podemos ansear por mais, e temos esse direito. Eu quero a metáfora toda. Quero o céu de Katmandu e quero poder viver, pelo menos uma vez, o segundo olímpico.

18 de dezembro de 2008

Era uma vez

Era uma vez...
A histórias infantis começam assim, com um era uma vez. Foi uma vez. Era uma vez. Será uma vez? Não sei. Como começam as histórias dos adultos? É uma vez... ou também com um era uma vez?
Era uma vez eu. E agora? Que continuidade posso dar a esta história? Princípio desenvolvimento e fim? E termino com um felizes para sempre? As histórias que começam com o era uma vez acabam com viveram felizes para sempre. E se eu quiser que a história não tenha fim? Como escritora tenho esse poder. Posso fazer e desfazer e voltar a fazer e ninguém tem nada com isso. E como personagem? A personagem não pode fazer nada, está refém das palavras que lhe escrevem para dizer e das coisas que lhe escrevem para fazer. Não pode fugir da malha da escrita. Não pode mudar de livro, nem de história, nem de destino.
Era uma vez eu. E eu? A verdade é que, com o passar do tempo, vamos tendo menos tempo para os era uma vez. E porquê? Porque sim... porque temos demasiada bagagem, porque os outros livros por onde andámos não nos deram um felizes para sempre e fizeram-nos dizer e fazer coisas que não queríamos e que jurámos não repetir. E por isso, porque jurámos não repetir, recusamo-nos entrar em livros novos, mesmo desses que começam com o era uma vez. E ficamos à espera... à espera de um novo livro... o livro perfeito, onde possamos ser personagem principal e mudar o nosso destino e mandar no escritor e nas outras personagens. Mas só porque os outros era uma vez nos desiludiram, será que temos o direito de excluir todos os era uma vez? Chama-se a isso aprender, mas não é justo. Não é justo para nós, nem para os escritores, nem para as outras personagens. Devíamos ter direito e tempo para o era uma vez. Mais um e mais um e mais um e mais um e mais um, até ao era uma vez...
Era uma vez ou duas ou três, não importa quantas. Se em miúdos não nos cansávamos, porque teremos de nos cansar agora? Pode ser que este era uma vez seja diferente. E pode ser que não seja. Há sempre o risco... mas dizia a Natália Correia, naquele poema, que viver é isto... o sentido da vida está neste instante da descida, no arrepio na barriga, no aperto do coração, na falta de sentido das coisas, no risco... Sair do conforto da página em branco e arriscar umas quantas palavras...
Era uma vez ou duas ou três, não importa quantas. Já não espero o livro perfeito, mas o livro imperfeito que encaixe na minha própria imperfeição...
Era uma vez ou duas ou três, não importa quantas.
Era uma vez ou duas ou três, não importa quantas...
Quero ver o céu de Katmandu...

Se eu fosse um enfeite de Natal



Como é que eles sabem que eu ainda tenho telefone fixo em casa? Onde está a câmara? Hummm..... Mas será que estas coisas genéricas só me encaixam a mim? I wonder...

Shishapangma


Deve ser mesmo algo maravilhoso... Subir o Shishapangma e ver o céu de Katmandu...

Pai Natal





Lindo!!! Ele pode demorar, mas ele chega!!


17 de dezembro de 2008

Um bocadinho assim...




(Obrigada mana pela foto - clicar para aumentar)



Depois de uma lesão grave há tão pouco tempo, a minha Sara chegou a estes Campeonatos Nacionais de Clubes - 3ª Divisão em Tomar em grande forma. Ainda assim, foi um fim-de-semana com sabor amargo, porque o record nacional júnior nos 100m não caiu por um triz... Bem, por três. Três centésimos de segundo... O que são três centésimos de segundo? O que conseguimos dizer, fazer, concretizar, pensar em três centésimos de segundo?






Bem... o record nacional não caiu, mas foi um fim-de-semana recheado de records pessoais, o que, considerando o início de época atribulado, foi muito muito bom! Tudo graças à preseverança e força de vontade desta miúda de 15 anos (quase 16!!). E da minha irmã que se levanta às 6h da manhã para a levar aos treinos... Mas é ela quem supera os entraves físicos e psicológicos. É ela quem luta por mais um centésimo batido... Foi a ela que faltou "um bocadinho assim". Ainda assim, a palavra que impera é apenas e só uma: "PARABÉNS!!!!".

(em plena acção!)

(Number one!)



(Desculpem-me o "brasileiro", mas foi o melhor que se arranjou!!)




FALTA UMA SEMANA!!!!!

Quem sou eu afinal?

Ora... eu perguntei e vocês responderam... uns mais acertadamente que outros. Aqui estão as respostas e a justificações possíveis (não quero que ninguém se sinta enganado!):
A única pessoa pela qual eu venderia um rim, a minha menina, a minha sereia do Lis :) Não há Euromilhões que pague a alegria e o orgulho que eu tenho por a ter na minha vida e por a ver conquistar tudo o que há para conquistar. Por ela eu dou tudo. (E ela ganhou os 100m mariposa enquanto infantil B, embora nade estas modalidades todas). Eu sei que deveria querer paz no Mundo, mas eu sou pessoa de ter os pés bem assentes no chão e tenho por princípio não ter sonhos impossíveis.
Quanto à bebida, está bem explícito aqui e aqui.
As minha férias eram passadas sempre em Monte Gordo, pelo menos até aos meus 15 anos. Falei acerca disso aqui.
Filmes gosto de muitos, mas o meu preferido é mesmo o Fabuloso Destino de Amélie. Porquê? Pois não sei o que vos diga. Respondo o que sempre detestei que me respondessem. Porque sim! :)
É verdade que gosto muito de jogar às cartas. É verdade que adoro dormir, mas não ficava a dormir podendo estar a jogar cartas com amigos e principalmente podendo andar por aí país fora a passear. Pois não, Verónica?
Relativamente ao meu tipo de homem... era uma resposta que pedia alguma intuição, mas quem lesse o meu perfil astrológico percebia algumas coisas... ou quem lesse aquele texto acerca de mim e do amor ficava a perceber outras coisas, como o facto de eu detestar gente desleal. A inteligência é uma qualidade sine qua non. A beleza exterior importa muito pouco, porque melhora ou piora consoante como a pessoa é por dentro. O sentido de humor, esse, é fundamental. A sensibilidade... dispenso pessoas pegajosas e tonhós. Gosto de pessoas fortes que defendem os seus pontos de vista com inteligência e que por fim me dão razão ;)
Quanto ao que é importante para mim... é a minha Sara, como é óbvio e já referi... e são os meus. As minhas pessoas passam à minha frente sempre. São mais importantes que eu e por elas eu dou e faço tudo. São eles quem está em 1º lugar na minha lista. Sempre.
Quanto a outras perguntas... as respostas estão aí ao lado, na minha lista de gostos. Para quem me lê não é difícil perceber a minha predilecção pelo Pessoa, embora goste muito também dos outros três. Adoro chocolate e uma vez que sou mais pessoa de doces do que de bolos, a resposta era uma magnífica e fofa mousse de chocolate... não consigo resistir... :)
Calhando o Euromilhões... eu que tenho as minhas pessoas em 1º lugar... não é difícil de perceber que distribuía o guito, só depois pensava em mim e nas minhas viagens e nas minha casas pelo Mundo e no meu despedimento. :)
Agradeço a todos os que responderam. Aqui estão os resultados:
(Chave: 1- a); 2- c); 3- b); 4- d); 5- b); 6- a); 7- b); 8- b); 9-b); 10- c); 11- c); 12- b).)
Anita - 7
Lita - 8
LP -10
Brigitte - 5
Verónica - 9
João - 7
Sayuri - 6
Isandes - 5
Jorge - 5
Iandu - 8
Dawa - 5
Não foi mau! E agora? O que querem de prémio?

16 de dezembro de 2008

Natal

Não resisto a testes... Este foi sugerido pela Noiva.


Your Christmas Sprit Level: 70%



You have a lot of Christmas spirit, and it's evident to most people who know you.

You love most things Christmas, and you do your best to make sure everyone has a great holiday.

While you like the more commercial aspects of Christmas, you truly know what the spirit of Christmas is about.

You're all about giving, being kind, and sharing the spirit of Christmas with everyone you know.



Adoro o Natal... adoro comprar prendas... adoro descobrir a prenda certa para cada pessoa e fico sem um tusto no bolso para poder comprar o que eu sei que vai fazer brilhar os olhos dos meus... adoro dar presentes e dou sempre presentes... nem que ande a roubar paralelos na rua para depois limpar e pintar e oferecer como pisa-papéis porque não tenho dinheiro para mais nada... para mim o Natal é dar e não receber... e eu dou tudo o que tenho... dou durante o ano tudo o que posso e tento no Natal dar mais ainda... sobra pouco ou nada para mim... sobra o que importa... sobra a união... sobram as pessoas que me fazem feliz e que fazem tudo valer a pena...
Adoro andar na rua no Natal... ouvir as músicas, sempre as mesmas... adoro cantarolar na rua... adoro ver as iluminações de Natal... não me importo com as filas, nem com o trânsito, nem com a chuva nem com guarda-chuvas roubados... é a época do ano em que ando meio parva sempre com um sorriso nos lábios... tipo adolescente apaixonada, estão a ver? Assim ando eu por estas alturas... feliz... porque depois de um ano difícil, depois de tudo o que vimos, tudo o que chorámos, tudo o que vivemos, depois de tudo, estamos aqui... e vamos estar à volta da mesa de Natal, e vamos ouvir as mesmas histórias e vamos ver o meu irmão ser o primeiro a sentar-se e o último a levantar-se e a encher o bandulho... e vamos encher a mesa de doces e vamos encher ainda mais o bandulho... e jogamos cartas e à meia-noite a Sara distribui as prendas, uma a uma... há 15 anos que é assim... e vêm-me lágrimas aos olhos por saber a minha avó doente, na cama, sem perceber que é Natal... ela que ainda no ano passado estava tão bem e maravilhosa e....
... mas resistimos. E enfrentamos o futuro, unidos, confiantes que dias melhores virão. E vêm-me lágrimas aos olhos por perceber que tenho sorte, que tenho uma família linda e maravilhosa e fantástica. Perfeita em todas as suas imperfeições... :)

Adoro o Natal. Já tinha dito? Pois é verdade. Adoro o Natal.

A explicação da vida

I
Glorifiquei-te no eterno.
Eterno dentro de mim
fora de mim perecível.
Para que desses um sentido
a uma sede indefinível.

Para que desses um nome
à exactidão do instante
do fruto que cai na terra
sempre perpendicular
à humidade onde fica.

E o que acontece durante
na rapidez da descida
é a explicação da vida.


(Natália Correia)


O que acontece durante... na rapidez da descida... é a explicação da vida...
(É engraçado, estranho... sim, estranho é a palavra. Escrevo isto de adenda ao que escrevi aí em cima... hoje é dia 16 de Dezembro... ontem lembrei-me que hoje ia ser dia 16 de Dezembro, mas hoje amanheci sem me lembrar e foi sem me lembrar que fiz este post. Escolhi este poema por gostar muito dele e por me fazer sentir bem... achei que era bom pôr uma foto, para compor aqui a coisa e escolhi esta... fez-me lembrar um salto para o mar e aquela sensação que temos na barriga... ou um salto no infinito, no obscuro, quando nos apaixonamos... e agora, de repente, dei conta que hoje é dia 16 de Dezembro e a imagem faz outro sentido... o nosso subconsciente tem destas coisas estranhas... muito estranhas... faz hoje 12 anos que a Prof.ª Paula, professora de Português do 10º e 11º anos... faz hoje 12 anos que ela se suicidou... como? Desceu directamente do 5º andar onde vivia... foi a 1ª pessoa que eu vi morta e ainda hoje a vejo quando fecho os olhos... eu queria, qualquer dia, esquecer-me deste dia... consciente e inconscientemente... mas nem o subconsciente ajuda...)

14 de dezembro de 2008

O jogo dos gostos

Um desafio saído direitinho daqui. O objectivo é ver se as pessoas que todos os dias nos visitam e nos lêem nos conhecem, pelo menos um bocadinho. Vale tudo. Podem virar o blog de cima a baixo. Têm de responder a 12 perguntas, tipo teste americano. Daqui a uma semanita eu venho dizer quem ganhou. (Ganha, como é lógico, quem acertar mais perguntas). O prémio? Pois... podem fazer as vossas sugestões no fim da lista de respostas ;).
Citando toda a gente que já aderiu a isto:
"É assim,
OBJECTIVO: Conhecerem-me um pouco melhor e, em seguida, fazerem a mesma actividade nos vossos blogues para relevarem mais qualquer coisa sobre vocês. Tudo através dos vossos gostos e preferências.
REGRAS: Como a dúzia é mais Barata, têm que responder a 12 perguntas. Escolhem uma resposta, em quatro hipóteses, para cada uma das 12 questões. Só há uma resposta correcta por pergunta. No vosso blogue, as 12 questões ficam, obviamente, à vossa escolha.
VENCEDOR: Será aquele que acertar mais respostas, mostrando que me conhece melhor."

1- A minha sobrinha, a Sara, é atleta. Não vou perguntar de que desporto (fácil demais!). A Sara foi campeã nacional infantil em que modalidade de natação?
a) 100 m mariposa
b) 200m mariposa
c) 100m livres
d) 200m livres

2- Tenho dois irmãos, toda a gente já sabe. Onde passávamos férias, em miúdos?
a) Praia da Rocha
b) Vila Nova de Milfontes
c) Monte Gordo
d) Nazaré

3- Qual a minha sobremesa preferida?
a) Bolo de chocolate
b) Mousse de chocolate
c) Leite creme
d) Arroz doce

4- Bebida preferida...
a) água
b) coca-cola
c) safari cola
d) safari

5- Qual o meu filme preferido?
a) A vida é bela
b) O fabuloso destino de Amélie
c)Un poco de chocolate
d) Monte dos vendavais

6- Qual o meu escritor preferido?
a) Fernando Pessoa
b) José Saramago
c) Camilo Castelo Branco
d) Gabriel Garcia Marquez

7- O que é que eu prefiro?
a) dançar
b) passear
c) jogar cartas
d) dormir

8- Ganhei o Euromilhões. O que faço primeiro?
a) Viagem pelo Mundo
b) Distribuo o guito
c) Compro uma casa ou duas
d) Despeço-me

9- O que é que eu mais detesto?
a) fumo e buracos de cigarros na roupa
b) deslealdade
c) a minha tiróide
d) gente parva

10- Podia pedir um desejo e apenas um. Qual seria?
a) ganhar o euromilhões
b) paz no Mundo
c) a minha Sara nos Jogos Olímpicos em 2012
d) encontrar um gajo que me ature e que eu ature também.

11- Qual é o meu tipo de homem?
a) simpático, inteligente e sensível
b) com sentido de humor, inteligente e ambicioso
c) inteligente, leal e com sentido de humor
d) bonito, ambicioso e sensível

12- O que é mais importante para mim?
a) ser feliz
b) ver as minhas pessoas felizes
c) conseguir alcançar as minhas metas
d) ensinar

E agora, hein? Cá vos espero... E não esperem dicas nem coisa que lhe valha. Dependem apenas e só da vossa intuição :) Bona Fortuna!

13 de dezembro de 2008

Un poco de chocolate

Estou ainda sem fôlego... Escrevo ainda na ressaca deste grande filme.
Não estava à espera. Tenho visto muitos filmes, muitos filmes de que tenho gostado muito. Mas nenhum que tenha gostado tanto ao ponto de aumentar a minha lista de filmes preferidos. Há uns anos que não aumentava a lista... Foi hoje. Inesperadamente. O filme? Un poco de chocolate. Um filme espanhol. A história do filme? Não sei dizer bem. Vida. Morte. Velhice. Juventude. Amor. Estórias. Passado que se confunde no presente e no futuro... Não fala de nada e fala de tudo. O melhor filme que vi este ano, um dos melhores da minha vida.
Lucas e Maria são irmãos e estão velhos, dividem uma casa com memórias de pessoas que amaram. Marcos e Roma estão sozinhos e são jovens. Ela trabalha como enfermeira. Ele está perdido, só toca o seu acordeão e tem muitas perguntas. Eles não sabem que seguirão um caminho juntos. Um dia, eles encontram-se por acaso. E daquele momento em diante, Lucas e Maria, irão contagiar Roma e Marcos com a sua maneira de viver

12 de dezembro de 2008

Apontamento

Conheci esta cantora e esta música com letra de Fernando Pessoa num daqueles programas da treta da TVI. Dava ao Domingo à noite, se não me engano. Era aquele programa em que um actor ou actriz cantava com um cantor para ajudarem uma causa. A Margarida Vila-Nova cantou com a Margarida Pinto este "Apontamento" penso que logo no primeiro programa. Cantaram muito bem e foram passando e chegaram à final, onde perderam para a Joana Solnado que cantava já não me lembro com quem. Sei que a causa vencedora, a defendida pela Joana Solnado, era de uma rapariga de 18 anos que teve de deixar de estudar para poder trabalhar e ajudar os pais. Ainda assim acabou o 12º ano, a estudar à noite. Para estudar para os testes, e porque tinha irmãos pequenos e barulhentos, ela levava os cadernos e livros para a casa-de-banho. Ganhou 100 mil euros e foi para a Faculdade. (E sim, este programa era para puxar a lágrima, mas pronto, eu sou assim lamechas e pelo menos deram o guito a alguém que precisava...).
Aqui fica este magnífico Apontamento. Meus senhores e minhas senhoras, Margarida Pinto:



A minha alma partiu-se como um vaso vazio.

Caiu pela escada excessivamente abaixo.

Caiu das mãos da criada descuidada.

Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.

Asneira? Impossível? Sei lá!

Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.

Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.

Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.

Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.

E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.

Não se zanguem com ela.

São tolerantes com ela.

O que era eu um vaso vazio?


Olham os cacos absurdamente conscientes,

Mas conscientes de si mesmos, não conscientes deles.

Olham e sorriem.

Sorriem tolerantes à criada involuntária.


Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.

Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.

A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?

Um caco.

E os deuses olham-no especialmente, pois não sabem por que ficou ali.

(Álvaro de Campos, 1929)

11 de dezembro de 2008

Nham nham



Hoje comprei uma fatia de um destes bolos, a modos que para o lanche. Nunca fui pessoa de bolos, gosto muito mais de doces e afins do que propriamente de bolos.... mas este é seguramente o melhor bolo de chocolate que já comi em toda a minha vida! Perfeito!

No worries



So, is this how it goes?

Think you’ve come this far with nothing to show,

That ain’t so,

No, you don’t see where you are,

And if you don’t look back you’ll never know,

Cos you think that you’ve been living, just treading water,

And waiting in the wings for the show to begin,

But I always see you searching,

As you try that bit harder,

Getting closer, oh yeah, to the life you’re imagining,

(I just know you’re life’s gonna change)

Maybe not today, maybe not today,

Someday soon you’ll be alright,

(I just know your life’s gonna change)

Don’t turn the other way, turn the other way,

Feels like luck is on your side,

I just know your life's gonna change

Don’t turn the other turn the other way feel’s like luck is on your side,

(Just wanna live) no worries, no worries,

(Don’t wanna die) no worries, no worries

(Fight through the low’s) say it for me, say it for me,

(And take all the high’s) we all need somebody,

(Yeah you can sink) no worries, no worries

(Or you can swim) no worries, no worries,

(Or walk on out) say it for me, say it for me,

(Or jump right in) we all need somebody,

So, baby keep drifting on,

Your endeavours, ain’t just, selfless wasted time,

Seek & find, yeah,

You’re not that far from,

What you’ve hoped and wished for all along...

(...)

10 de dezembro de 2008

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Faz hoje 60 anos. E tanto tempo depois é ainda considerada uma utopia... Principalmente porque os países que a assinaram são os que mais põem obstáculos ao seu cumprimento... Fica um excerto:
Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem;

Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;

Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;

Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;

Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:

A Assembleia Geral

Proclama a presente Declaração Universal dos Direitos do Homem como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.
ARTIGO 1.º

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

(...)

Não seria preciso mais que isto... que este Artigo 1º. Os outros 29 seriam dispensáveis se apenas e só cumprissemos este Artigo 1º...
Em Portugal estamos bem, se nos compararmos com outros países, mesmo alguns que se dizem desenvolvidos. Ainda assim, subsistem ainda alguns problemas, como a violência doméstica ou o flagrante incumprimento do Artigo 24º (Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas), se pensarmos nos milhares de pessoas que trabalham a recibos verdes, sem direito a férias, nem sequer a ficarem doentes... Já evoluímos muito, mas há ainda muito a fazer...

9 de dezembro de 2008

A 5ª frase da página 161

Mais um desafio aqui das lides da blogosfera. Desta feita, vindo directamente da Isandes. Não vou desafiar ninguém em especial. Sintam-se à vontade para agarrar isto... ou não. :)

O desafio é o seguinte:

  1. Agarrar no livro mais próximo.
  2. Abrir na página 161.
  3. Procurar a 5a frase completa.
  4. Colocar a frase no blog.
  5. Não utilizar a melhor frase nem o melhor livro! Usar mesmo o livro que está mais próximo
  6. Passar a 5 pessoas.

Ora... o livro mais próximo era o Roma, do Steven Saylor. Já ando de volta dele há mais de um mês, já li quase 400 páginas, mas o livro tem quase 700, por isso... :)

"Por onde passava, as pessoas comoviam-se, caindo em seguida num silêncio pesaroso."

Por acaso, a página 161 faz parte de um dos episódios mais marcantes do livro até agora...

8 de dezembro de 2008

Não há mal que para sempre dure...

... nem bem que nunca se acabe.
Estava planeado desde as férias de Setembro. O anfitrião vinha de França, o patinho de Esposende, a família RP da Covilhã, a Verónica de Tavira, e eu de Leiria. E foi tão bom! Eu que era a que estava mais perto fui a última a chegar, com gorros de pai-Natal, com o carro tão cheio de prendas!! A Maggie adorou o triciclo e o LokoDog que eu e a Verónica oferecemos. Está tão grande e tão incrivelmente parecida ao Tojó ali no alto dos seus quase dois anos, a comer chouriça assada que nem doida. Linda, simpática, brincalhona, inteligentíssima! E a verdade é que foi um show de fim-de-semana! Com prendas e fotos e leitão e safari e cartas pela noite dentro :)
E sim... acabou. Mas fica a certeza de um reencontro. Pode não ser esta semana, nem este mês, mas quando for, vai valer a pena. Miss you allready!

5 de dezembro de 2008

Carneirinha até ao tutano

Sou rapariga de não acreditar, mas de não deixar de ler os signos. Acho treta aquelas previsões diárias e semanais, mas o meu prefil astrológico já me foi traçado, com ascendente e assim e encaixou-me que nem uma luva... Eis o que um senhor que faz previsões no portal da sapo diz das mulheres carneiras:

"Entre todas as mulheres, ela é a que consegue passar mais tempo sem um homem. Claro que viver sem um homem não quer dizer que ela vive sem sonhos ou desejos!
Sonhará sempre com o homem de sua vida; no entanto, enquanto suspira, se não houver um homem de carne e osso, não sentirá a falta dele…
Basicamente, acha que tudo que "ele" possa fazer, ela fará melhor!


A mulher do signo Carneiro gosta de autonomia. Gosta de ser bem tratada e de galanteios, como toda mulher, mas acha que fazer as coisas por si mesma é a maneira mais rápida! É óbvio que isto choca um pouco com o orgulho masculino! Ela não quer mandar em tudo… apenas pretende ter a última palavra! E o parceiro tem é que perceber que é ela quem comanda o barco.


E claro, a mulher deste signo vive com o dilema de todos os nativos Carneiro: não gostam de pessoas que vivam coladas a si, mas costuma perder o interesse se alguém se afastar demais. Ou seja: não quer um homem dominador, mas também não quer um coelhinho manso!


Ela sempre tem que enfrentar seu eterno desafio: dominar enquanto deseja ser dominada!

Lembre-se que ela é do signo Carneiro e este signo adora vencer desafios.


Um homem que resiste à sua investida intriga sempre a mulher deste signo. Ela simplesmente não aceita que não consegue dominá-lo com seu encanto!

E, é aí que está seu maior ponto fraco: o orgulho!


Quando movida pelo orgulho, a mulher do signo Carneiro torna-se tão determinada que poucas coisas conseguirão fazê-la desistir dos seus planos! Ela não vai sossegar enquanto não provar que é desejável, mesmo que o seu interesse por algo seja passageiro!



Pode ser complicado suportar o seu impulso agressivo, mas o seu optimismo e a sua fé no futuro podem ser altamente compensadores.


A Mulher do signo Carneiro é presa fácil para elogios. Deixe que ela saiba que você a admira, mas não exagere muito! Ela odeia bajuladores, acha-os uns “bananas”!

Mas, um elogio feito por alguém que ela admira ou que julga ser alguém superior pode deixá-la em êxtase durante semanas!


Para amá-lo ela precisa de ter orgulho em si. Mas não se ache muito importante a ponto de relevar os seus talentos ou de desprezá-la. A Mulher do signo Carneiro apesar de exigir muito do parceiro, sabe retribuir em duplicado aos seus esforços para agradá-la.


"O que é dela é dela", e qualquer descuido pode provocar uma tempestade!


Evite fazer muitos elogios à sua artista favorita, nem faça comentários a respeito das suas amigas! Se ela não for a primeira na sua vida, logo vai ter que procurar outra mulher para ocupar seu lugar. Quando ela é realmente ferida torna-se bastante fria e esta frieza pode durar uma eternidade.
Como ela costuma preferir a companhia de homens à das mulheres, pode ser que alguns homens se sintam incomodados com o ciúme que isso pode causar.


Embora muito possessiva, ela não suporta que nenhum homem tente controlá-la!


Não importa para onde vá, faça o que fizer, você tem que confiar nela! É claro que ela nunca vai ter a mesma confiança em si! Ela costuma ser fiel a quem ama e não se deixa envolver por aventuras que possam abalar o seu relacionamento, quando esta apaixonada!


Elas costumam ser empreendedoras e podem fazer tudo que um homem faz.


A Mulher do signo Carneiro adora dedicar-se à sua profissão, vencer e desfrutar tudo que o sucesso pode proporcionar!


Nenhuma mulher se agarra com tanta garra quando o assunto é vencer a nível profissional. As empresárias mais agressivas, as advogadas mais bem conceituadas, normalmente são do signo Carneiro.
Deixá-la longe daquilo que gosta de fazer é um pecado! Deixe que ela se realize com o que gosta e terá uma mulher muito mais amável, sensível e carinhosa.



Se está apaixonado por uma mulher do signo Carneiro dê graças a Deus!


Você acaba de encontrar uma mulher que fará de tudo para enfrentar os desafios, apaixonada, fiel e confiante no futuro! Se for bom para ela, nunca vai queixar-se de falta de carinho ou de solidão. Ela não é do tipo que abandona o barco quando a situação está crítica. Ficará ao seu lado enquanto sentir que luta ao lado de seu herói.


Sim, ela não estará atrás de si, mas ao seu lado, para não dizer que muitas vezes estará na sua frente para receber os primeiros golpes!"
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(Para quem queira ver o seu... aqui)