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26 de outubro de 2010

Mamma Mia!!

Vinha de Leiria para casa. Já tarde. Depois de um dia demasiado intenso e cheio no trabalho e de uma "perninha" no centro de explicações. Nada de jeito na antena3. Mudo para a RFM, Comercial e nada de jeito. Decido experimentar a M80 e eis que ouvi esta música... e pus o rádio no máximo e cantei o mais alto que consegui e vim a dançar enquanto conduzia.

Pode ser foleiro. Pode ser tudo o que quiserem. Mas as músicas valem pelo que são em termos absolutos, mas também valem pelo que são em termos relativos. E esta música está relacionada a dois momentos muito bons da minha vida. E hoje alegrou o meu resto de noite :)

O primeiro a 10 de Outubro de 2008, quando fui ver o filme com a sister. Eis o que comentei na altura e que ainda hoje sinto como muito verdadeiro: "E sim, adorei o Mamma Mia!. Em alguns momentos estive quase quase a saltar da cadeira para dançar. Adorei a Meryl e o meu lindo e adorado Colin Firth que tem o golpe de anca mais hilariante da história! E fiquei com as músicas na cabeça desde ontem... quando dou por mim, lá estou eu a cantarolar. :)"

O segundo em Maio deste ano. Em Londres. Alguém quer ir? Ia já amanhã outra vez...


Por isso... juntem-se a mim... em coro...

Ooooh Ooooh,
Mamma mia, here I go again
My my, how can I resist ya
Mamma mia, does it show again
My my, just how much I've missed you
Yes, I've been brokenhearted
Blue since the day we parted
Why, why did I ever let you go
Mamma mia, even if I say
Bye bye, leave me now or never
Mamma mia, its a game we play
Bye bye, does’t mean forever

8 de junho de 2010

I am woman

O filme é grande, gigante, mas cumpre o objectivo. É puro entretenimento.

Gostei muito. Ri. Choraminguei. E adorei quando a Samantha diz que podem vir homens, maridos, namorados, filhos, que a amizade permanece.

É assim que vejo e vivo a amizade. Acima de tudo. O mais importante na vida. O sumo da vida.



(desculpem a má qualidade, mas é o que se arranja...)

I am woman, hear me roar
In numbers too big to ignore
And I know too much to go back an' pretend
'cause I've heard it all before
And I've been down there on the floor
No one's ever gonna keep me down again

CHORUS
Oh yes I am wise
But it's wisdom born of pain
Yes, I've paid the price
But look how much I gained
If I have to, I can do anything
I am strong (strong)
I am invincible (invincible)
I am woman

You can bend but never break me
'cause it only serves to make me
More determined to achieve my final goal
And I come back even stronger
Not a novice any longer
'cause you've deepened the conviction in my soul

CHORUS

I am woman watch me grow
See me standing toe to toe
As I spread my lovin' arms across the land
But I'm still an embryo
With a long long way to go
Until I make my brother understand

Oh yes I am wise
But it's wisdom born of pain
Yes, I've paid the price
But look how much I gained
If I have to I can face anything
I am strong (strong)
I am invincible (invincible)
I am woman
Oh, I am woman
I am invincible
I am strong

6 de março de 2010

Wonderland




Off with their heads!!


Let's futterwacken! ;)

Amei!

Adoro os Mundos alternativos de Tim Burton. E o Johny Depp é, cada vez mais, o meu actor preferido.

Amei!

19 de fevereiro de 2010

Homens que...

... matam cabras só com o olhar. Men who stare at goats.

Fabuloso. Hilariante.

O George Clooney é mesmo um grande actor. O que eu me ri só com os olhos dele :) Ewan MacGregor, o verdadeiro Jedi :) Jeff Bridges, brilhante. Kevin Spacey, espectacular. Mas quem dominou mesmo a cena foi a cabra :) eheheheh!

Para quem gostar de humor estúpido, aconselho vivamente. Brutal!



8 de fevereiro de 2010

A serious man & Invictus

"A serious man", dos irmãos Cohen, é o filme mais estranho da história dos filmes estranhos. Talvez esteja a exagerar. David Lynch é pior. Não é pior, é mais estranho. Gostei do filme. É negro. De um humor tão negro que deixa quase de ter piada. Dos filmes nomeados para melhor filme é o mais estranho que vi. Se bem que ainda só vi Up, Up in the air e A serious man. Acho que gostei mais do Up in the air, mas confesso que este A serious man parece ser o tipo de filme que agrada à Academia. Até à noite de todas as decisões pretendo ver ainda o Inglorious Bastards. Porque adoro os filmes do Tarantino e porque me parece um sério candidato e não tive oportunidade de ir ao cinema ver. Tenho curiosidade em ver a performance da Sandra Bullock, mas não sei se o filme estreia antes dos óscares.

Invictus. É um grande filme. Longe das nomeações, infelizmente. Um daqueles filmes que nos marcam para a vida. Talvez não o filme, per se, mas a história. Nelson Mandela é mesmo uma pessoa impar. E este filme, por mais críticas que tenha, porque aparece um carro que não tinha ainda sido fabricado, ou porque o pontapé do não sei quantos não é como deveria ser, ou porque aparece pouco rugby, ou porque, ou porque. Não há filmes perfeitos e se procurarmos erros vamos sempre encontrá-los.

É um filme sobre desporto. O desporto tal como era visto na Grécia que criou os Jogos Olímpicos. Num tempo em que se suspendiam guerras para os Jogos. O desporto pode ser muito mais do que é hoje em dia. Motivo de discórdia. O desporto pode unir-nos. Como uniu no Euro 2004, por exemplo.

Mandela é um homem de uma visão rara. E soube ver que o rugby, naquela altura, não era apenas mais um desporto, mas uma oportunidade. A oportunidade de unir um país dividido por décadas de apartheid.

Há muitos momentos marcantes no filme. Quando os guarda-costas jogam rugby no jardim. Quando os jogadores da selecção sul-africana vão a Robben Island. E aquela frase que o François diz a certa altura... que é incrível que alguém passe quase 30 anos numa cela e que saia de lá preparado para perdoar quem lhe tinha feito tanto mal.

O poema "Invictus" é repetido algumas vezes ao longo do filme. Palavras que acompanharam os anos de prisão de Mandela. Importantes na motivação dos jogadores. Claro que não podemos ignorar o factor sorte (parece que houve uma intoxicação alimentar que afectou quase toda a comitiva dos All Blacks). Claro que não podemos ignorar o factor treino. Não basta querer para que as coisas aconteçam. Não basta acreditar. Não basta saber. É preciso trabalho. É precisa sorte. E os Springbooks tiveram tudo... motivação, trabalho e sorte. E conseguiram unir uma nação (pelo menos durante algum tempo, uma vez que, ainda hoje, as feridas do apartheid estão longe de estarem saradas).

Não sei como é que uma pessoa pode simplesmente perdoar. Não sei como é que uma pessoa consegue fugir à raiva... ao sentimento de injustiça... E por isto, e por tudo o mais, é impossível ficar-se indiferente a Mandela. Um homem raro.

Pela história, mais que pelos pormenores, um filme a não perder. Grandes interpretações, tanto de Morgan Freeman como de Matt Damon. Fica o poema...


Invictus (William Ernest Henley, 1875)

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.


Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

31 de janeiro de 2010

A bela e o belíssimo!

Adorei.

Andei esta semana a tentar escapar às dezenas de programas sobre o filme. Pela minha experiência, quanto menos souber de um filme quando o for ver, maior é a probabilidade de gostar dele.

Adorei.

Todos os pequenos pormenores. As personagens secundárias. O Ivo!! :) O Nicolau. E outros que não vou nomear para não estragar a surpresa a quem ainda for ver.


A minha cena preferida do filme passou-se aqui, em pleno Rossio, mas sem as luzes de Natal. É quase uma das cenas mais bonitas que vi num filme. Quase. Mas muito bonito mesmo.

Para quem quiser passar um bom bocado e incentivar a Economia e o Cinema feito em Portugal, recomendo :) "A bela e o paparazzo" vale mesmo a pena. (e sim, até gostei da Soraia!).

23 de janeiro de 2010

Simples

É impressionante como uma pequena coisa para nós pode fazer uma grande diferença na vida de outra pessoa.

Hoje tinha explicações. Matemática. Depois de a miúda ir embora pensei em vestir o pijama e ficar no sofá a ver filmes. Dormitar. Ler um livro. The usual. Entretanto não chovia. Nem fazia assim tanto frio e lembrei-me de perguntar à minha mãe se me ia pagar o lanche a qualquer lado. Tão simples. Em vez de ficar no sofá levei a minha mãe a lanchar fora e ela ficou super feliz. Tão feliz que me chateei comigo mesma por não fazer isto mais vezes.

Claro que ela aproveitou para ir ao centro comercial comprar uma planta para uma amiga que fez anos esta semana. Lá fui eu com ela. Encontrámos uma senhora do Bairro da Cimpor, conhecida da minha mãe há décadas. A conversa de circunstância de sempre. A minha mãe a dizer que eu era filha dela. A senhora a dizer que eu era muito bonita. Perguntou se eu era solteira e, quando eu disse que sim, não levei com o ar reprovador, mas com uma palmadinha nas costas e um "é assim mesmo. Não caias na esparrela". LOL

A minha mãe lá me contou depois que a senhora (já com uns 70 e muitos anos) era viúva de um senhor que era muito mau para ela e para os filhos. E que os filhos nunca tinham casado. E assim soube que aquelas palavras foram genuínas.

E fomos lanchar à Batalha e voltámos para casa. Não sem antes passar em casa da amiga e entregar a planta. Claro que na aldeia, e entre os meus pais e os seus conhecidos e amigos ainda é muito assim, não se dá nada sem se receber qualquer coisa. A minha mãe costuma dizer que dá um pinto e recebe um peru. LOL Lá foi entregar a planta e trouxe um saco cheio de laranjas. Nham nham! (as cá de casa são azedas como o meu irmão gosta e eu detesto!).

Hora e meia depois estávamos em casa. Hora e meia do meu tempo deixou a minha mãe com um sorriso nos lábios. Tão simples, não é?

Cheguei ainda a tempo de vestir o pijama, ver que não dava nada de jeito na tv e pôr um dvd que comprei com o jornal na semana passada. JUNO. Tive curiosidade de o ver quando saiu no cinema e sabia que iria gostar.

Simples. Com músicas muito bonitas. Com personagens simples. Com uma história simples. Sem moralismos. Só bonita. E simples.

Gostei. Muito. Agora... das duas uma... ou começo a ler a maravilha de literatura erótica que saiu esta semana com a Sábado, ou começo a ver a 5ª temporada de Friends (terminei de ver a 4ª hoje de manhã). Ainda não sei bem... Acho que vou ouvir esta musiquinha outra vez e já decido...






You're a part time lover and a full time friend
The monkey on you're back is the latest trend
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

I kiss you on the brain in the shadow of a train
I kiss you all starry eyed, my body's swinging from side to side
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

Here is the church and here is the steeple
We sure are cute for two ugly people
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

The pebbles forgive me, the trees forgive me
So why can't, you forgive me?
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

I will find my nitch in your car
With my mp3 DVD rumple-packed guitar
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu
Du du du du du du dudu du

Up up down down left right left right B A start
Just because we use cheats doesn't mean we're not smart
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

You are always trying to keep it real
I'm in love with how you feel
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

We both have shiny happy fits of rage
You want more fans, I want more stage
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

Don Quixote was a steel driving man
My name is Adam I'm your biggest fan
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

Squinched up your face and did a dance
You shook a little turd out of the bottom of your pants
I don't see what anyone can see, in anyone else
But you

15 de setembro de 2009

My kind of dancing...



Não gosto de ir em marés... não gosto de ser mais uma na multidão... não sou pessoa de confundir vida artística com vida pessoal... não choro quando um artista morre, basicamente porque não o conheço.

Deste artista eu gosto muito. Acompanhou a minha infância, adolescência... Dirty Dancing, Ghost, Norte e Sul... e adoro vê-lo dançar. E a cantar... she's like the wind... Adoro. Emociona-me.


Hoje, quando soube, arrepiei-me. Porque um tio meu faleceu com o mesmo tipo de cancro. E porque, mesmo todos os cancros sendo graves, este me assusta mais. Assusta-me porque uma das suas maiores características é ser "assintomático". Sem sintomas. Nada de nada.

Por isso... hoje lembro-o. Lembro-o como Johny que para sempre será para mim. (aqui) Nobody puts baby in a corner... e mai nada! Um bem haja Patrick!

1 de setembro de 2009

The ugly truth

Porque a verdade não tem meias medidas. Ou não deveria ter... A verdade dura e crua. A vida tal como ela é... custa demais olhar no espelho... custa demais perceber que what you see is what you get... e passamos a vida à procura do que^?

É certo que nem tudo é preto e branco. Há muitas cores na paleta da vida... muitas verdades.

Mas a verdade é que não há sentidos escondidos nas palavras. Eles dizem o que dizem e nada mais... não vale a pena tentar descobrir segundos sentidos... não vale a pena tentar ler nas entrelinhas porque não há entrelinhas. Não há entrelinhas!


Tantas horas passadas a ler e reler mensagens... tantas horas a fazer replay das palavras ditas... as coisas são como são... as palavras dizem o que dizem e nada mais.

E, no fim de contas, os estereótipos encaixam vezes demais.

Cínica? Talvez... lanço um desafio, então... Prove me wrong!

30 de junho de 2009

Dido e Eneias

Dido e Eneias são par estereótipo (aprendi esta palavra no outro dia e agora não a largo). Um exemplo de como o amor-paixão pode destruir vidas. Um exemplo de como o dever e o Bem de todos tem de estar acima do egoísmo e do bem pessoal. Os romanos, como os gregos antes deles, gostavam de exemplos assim. Porque as pessoas não viviam para si, viviam para a cidade.

Eneias amava Dido. Amava Dido e teve de a deixar ferida de morte, ferida de amor. Deixou-a para fundar a cidade que viria a ser a sede de um Império. Ela ficou... abandonada... ferida... magoada... e arruinou-se e aos seus, matando-se.

A culpa é do Eneias? Talvez. Eu vejo Eneias como o homem sem vontade. O homem que faz o que lhe dizem... não pode morrer a lutar por Tróia. Perde a pátria, perde o pai e perde Dido. É um homem com um destino maior que ele. Olhando para o mapa percebo que se fosse nos tempos de hoje eles poderiam ter mantido uma relação à distância. Naquele tempo, a partida de Eneias era um adeus para sempre... um adeus cobarde ou corajoso? Não será corajoso quem deixa um amor em prol do bem maior? Ou é corajoso quem enfrenta e vive o amor? Não sei.

Sei que esta história de amor, tipicamente clássica por ser tão trágica, influenciou artistas e escritores ao longo dos tempos.

Esta composição, do século XVII, aparece no início de uma obra-prima do cinema, o "Fala com ela" do Pedro Almodôvar. Coreografada e dançada por Pina Bausch. Este excerto é de uma beleza extrema... todo este filme... ter este Dido e Eneias como peça de abertura já nos deveria alertar para o que se ia passar... mas por mais preparados que estejamos, Almodôvar surpreende sempre. Um filme de mulheres, como são todos. Um filme de sofrimentos, um filme de sentimentos. Fica a música, fica Pina Bausch.


24 de junho de 2009

Do Livro do Desassossego

Grande notícia esta. Vi aqui. Transcrevo.

"A Casa Fernando Pessoa comunica a assinatura do Protocolo entre a Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do seu Presidente, Dr. António Costa, e o realizador João Botelho, com vista à adaptação ao cinema do Livro do Desassossego, de Bernardo Soares (Fernando Pessoa). Após a assinatura do Protocolo, que terá lugar segunda-feira dia 6 de Julho pelas 18h30, na Casa Fernando Pessoa, assistir-se-á à actuação do cantor italiano Mariano Deidda, que interpreta temas dos discos em que musicou poemas de Pessoa. A entrada é livre."

Gostava de poder ir à assinatura do protocolo... mas o saber que isto vai acontecer já é mesmo muito bom.

1 de junho de 2009

No calor da tarde...





"O último condenado à morte", com argumento de António Torrado a partir de uma história verídica, tem como protagonista o actor Ivo Canelas no papel de Francisco de Mattos Lobo, jovem seminarista que se apaixona por Adelaide (Maria João Bastos), francesa que tinha casado com o seu tio e que regressa a Portugal depois de ter ficado viúva.

Possuído pelo ciúme perante a beleza da tia que desperta paixões, Francisco de Mattos Lobo matou Adelaide, os dois filhos dela e uma criada, e foi condenado à forca a 16 de Abril de 1842.

Nicolau Breyner, Albano Jerónimo, João Lagarto, Ângelo Torres e João Cabral são outros actores que integram esta produção.

O filme teve co-produção do Brasil e da Suécia e contou com o apoio da RTP e do Instituto do Cinema e Audiovisual.

Sem querer tomar posição sobre a condenação de Francisco de Mattos Lobo, o realizador não quis deixar de sublinhar que o crime influenciou a opinião pública na época a discutir a questão da pena de morte, que viria a ser abolida em 1867.

Nos fins de 1990, só 36 países tinham abolido a pena de morte, enquanto 27 a mantinham sem a aplicar e 99 a conservavam com plena eficácia.

"Está pois a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande história. (...) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! Guerra à guerra! Viva a vida! Ódio ao ódio. A liberdade é uma cidade imensa da qual todos somos concidadãos!" Vítor Hugo

30 de maio de 2009

Love

Adorei...

- A cena quando a Miranda liga à Carrie na noite de ano novo...

- O pormenor que fez a Miranda saber que queria e podia perdoar o Steve.

- Brooklyn Bridge

- I curse the day you were born!

- I love you, but I love me more...

- A carta de amor do Beethoven

- .......

Foi muito mais do que alguma vez pensei que seria...

25 de maio de 2009

Arena



Palma de Ouro em Cannes. Ok que foi "só" para uma curta-metragem, mas, ainda assim, a primeira para um projecto português. Em entrevista à RTP, João Salaviza diz:

"Os sítios de onde vimos condicionam os sítios para onde vamos ou, neste caso, para onde não vamos."

Dá que pensar.

21 de maio de 2009

ai Ivo Ivo Ivo Ivo Ivo...


(apanhado de alguns dos trabalhos mais emblemáticos no cinema... "Mistério da Estrada de Sintra", "Call girl" e "Tiro no escuro")


(genérico do último filme que vi dele, "Arte de roubar". Hilariante! Estupidamente hilariante!)


[aqui se fala da mítica série "Fura vidas" em que ele contracenava com o grande Miguel Guilherme e com o Canto e Castro. Grande série... grande Ivo :) ]

Porquê isto? Porquê hoje? Porque sim... haverá motivo melhor? :)

18 de maio de 2009

Venha o Diabo...

... e escolha.




3 de maio de 2009

Austrália













Não é um grande filme, mas a história é envolvente. O Hugh Jackman... bem... speechless! A Nicole é perfeita e a paisagem... a paisagem é deslumbrante. Tão inóspita, tão selvagem, tão inacessível... Não estivesse à distância de meio dia de avião e acho que esta seria a minha viagem de sonho. Brutal.

19 de abril de 2009

Control




Controlo. É difícil termos o controlo total sobre tudo. Há alturas em que achamos que o temos. Controlamos as palavras, os actos, quase controlamos os pensamentos. Até que acordamos um dia a percebemos que o controlo é uma mera ilusão. Nada está sob controlo. Tudo nos foge pelos dedos das mãos. Nada depende apenas de nós. Neste momento, quando percebemos que já não controlamos nada, quando vemos as palavras que saem sem querermos, as coisas que fazemos sem querermos e as coisas que pensamos... nesse momento temos a escolha. Ou nos deixamos ir, aceitando que as coisas até são melhores quando não são controladas. Ou ficamos presos à ideia de controlo e ficamos. Para termos controlo total sobre nós, basta que não entreguemos a nossa vida nas mãos de ninguém, a nossa mente, o nosso coração. Enquanto for neta, filha, irmã, cunhada, tia, amiga, confidente, tenho de ter consciência que não tenho o controlo. Às vezes custa, quando vemos o nosso Mundo de pernas para o ar, tão distante daquilo que tínhamos pensado. Mas é tão melhor quando conseguimos dar o salto de fé...

Adorei este filme. Adorei mesmo. E o problema do Ian foi precisamente esse... quando perdeu o controlo, quando as coisas deixaram de depender apenas de si, não soube fechar os olhos e deixar-se ir. Não soube entregar-se à mulher que realmente amava, como não se soube entregar à música e ao sucesso. E esse foi o seu fim.

14 de abril de 2009

I am Sam, Sam I am

Ontem esteve a dar o I am Sam, na RTP. Embora o filme tenha começado muito antes de as novelas dos canais concorrentes terem terminado, ainda assim, foi demasiado tarde aqui para a cinderela. Prolonguei a hora de deitar em 20 minutos e vi um bocadinho. Vi a cena na sapataria que é fantástica. De facto, não percebo por que é que só as crianças recebem balões. Se nos dessem um balão de vez em quando, será que não andaríamos mais felizes?



O Sean Penn é um grande grande actor. E por mais que goste dele no Mystic River, não consigo acreditar como é que ele ganhou aí o Óscar e não aqui. E esta miúda, a Dakota Fanning, brutal.

Fui dormir a pensar na vida. E, mais uma vez, não consegui dormir (hoje sou, oficialmente, uma zombie). A maior parte das coisas na nossa vida são-nos impostas. Não escolhemos o tempo que vai estar. Não escolhemos o nome com que nascemos, nem o sexo com que nascemos, nem as doenças com que nascemos, nem tão pouco as deficiências... Não escolhemos se está trânsito ou não. Não escolhemos de quem gostamos e muito menos quem gosta de nós.

As circunstâncias são-nos impostas. O que fazemos com elas é que já é nossa escolha. Escolhemos se fugimos ou enfrentamos. Escolhemos se vamos ou se ficamos. Escolhemos se somos homens ou ratos. Escolhemos. Temos portanto de parar de nos desculpar com as circunstâncias, com a conjuntura, com os outros. Temos de parar de nos desculpar com o que não escolhemos e com o que não podemos mudar, e tomar responsabilidade pelas nossas escolhas. E perceber que podemos não conseguir mudar o passado, mas fazer um futuro diferente está nas nossas mãos.
Escolhas. Tanta coisa que não podemos mudar... podemos pelo menos ser mais assertivos nas nossas escolhas. Podem até revelar-se erradas, mas que sejam certas quando as fazemos.

10 de abril de 2009

Girls night out



Girls night out... ou seja... loucura total. Há muitos motivos pelos quais não levamos homens e um deles, e talvez o principal, é porque não os queremos a ver-nos fazer figuras destas. Entenda-se que isto foi no intervalo do filme. Não gosto de intervalos no cinema. EU sei que eles querem facturar, mas nós já tínhamos comprado o pacote XL e a coca-cola XL, por isso... O filme era um filme de gaja, nada de especial, mas bom para desanuviar depois de um dia de trabalho. Gosto de saber que amanhã não tenho de me levantar cedo. Parece que assim o dia rende mais. Jantei com os papás. Fui comprar um rádio novo para o meu animal. Fui ao cinema. Vim para casa. Cá estou. Sabe-me bem assim... E ouvir qualquer coisa como "estás a trocar saliva comigo" vindo da minha Sara, tem qualquer coisa de espectacular. :)

Voltemos ao filme. He is not that into you... pois. A verdade é mesmo essa. Iludimo-nos e pensamos que ele não liga porque não pode, não nos leva a jantar porque não dá mesmo, não nos convida para ir com ele e com os amigos porque nós não "pertencemos", esquecemos a merda toda que nos fazem todos os dias porque a meio da noite nos liga e nos diz que gosta muito de nós e whatever. Quando as pessoas estão interessadas, estão interessadas e agem em conformidade. No games. Quer dizer... com alguns jogos, mas sem merdas.




Houve a certo momento, um diálogo fantástico. Qualquer coisa como:
Ela - I'm the exception... ?

Ele - You're my exception.

(ao som deste fantástico somewhere only we know dos keane....)




I walked across an empty land
I knew the pathway like the back of my hand
I felt the earth beneath my feet
Sat by the river and it made me complete
Oh simple thing where have you gone?
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

I came across a fallen tree
I felt the branches of it looking at me?
Is this the place we used to love?
Is this the place that I've been dreaming of?

Oh simple thing where have you gone?
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

So if you have a minute why don't we go
Talk about it somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don't we go
Somewhere only we know?

Oh simple thing where have you gone?
I'm getting old and I need something to rely on
So tell me when you're gonna let me in
I'm getting tired and I need somewhere to begin

So if you have a minute why don't we go
Talk about it somewhere only we know?
This could be the end of everything
So why don't we go
So why don't we go

This could be the end of everything
So why don't we go
Somewhere only we know?